Polícia apreende 117 garrafas de bebida em investigação sobre metanol

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 117 garrafas de bebidas alcoólicas durante fiscalizações nesta segunda-feira (29/9). Os alvos foram três estabelecimentos no Jardim Paulista, região dos Jardins, e na Mooca, na zona oeste da cidade, suspeitos de envolvimento na m0rte de três pessoas após consumo de bebidas adulteradas com metanol. Os produtos apreendidos estavam …

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 117 garrafas de bebidas alcoólicas durante fiscalizações nesta segunda-feira (29/9). Os alvos foram três estabelecimentos no Jardim Paulista, região dos Jardins, e na Mooca, na zona oeste da cidade, suspeitos de envolvimento na m0rte de três pessoas após consumo de bebidas adulteradas com metanol.

Os produtos apreendidos estavam sem rótulos e sem comprovação de procedência. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os materiais passarão por perícia e os resultados vão auxiliar nas investigações. Dois estabelecimentos também foram autuados por irregularidades sanitárias.

As fiscalizações foram realizadas pela Polícia Civil com o Centro de Vigilância Sanitária do estado e a Coordenadoria de Vigilância em Saúde da prefeitura.

Até a tarde desta segunda-feira (29/9), três m0rtes foram confirmadas em São Paulo, em um intervalo de duas semanas. Todas as vítimas foram intoxicadas por metanol após consumirem bebidas alcoólicas.

O primeiro caso ocorreu na capital paulista, em 15 de setembro. Outros dois casos ocorreram em São Bernardo do Campo, na região metropolitana, nos dias 24 e 28 deste mês.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) identificou outros 13 casos suspeitos de intoxicação pela substância: cinco estão em investigação, cinco receberam alta e três pacientes permanecem internados. Já o CVS, órgão ligado ao governo estadual, confirmou seis casos e investiga, ao todo, 10 casos no estado de São Paulo.

“A recomendação é que bares, empresas e demais estabelecimentos redobrem a atenção quanto à procedência dos produtos oferecidos, e que a população adquira apenas bebidas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo casos de intoxicação que podem colocar a vida em risco”, disse o CVS, em nota.

Fonte: Metrópoles

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