A pré-candidata ao governo do Amazonas para 2026, Maria do Carmo Seffair (PL), mandou um recado por meio das redes sociais nesta terça-feira (16) para seus adversários políticos, aproveitando o resultado da última pesquisa do Instituto Real Time Big Data, que apontou como sendo um dos nomes que mais cresceu em comparação com o último …
Maria do Carmo provoca adversários após pesquisa eleitoral: “Achavam que eu era carta fora do jogo político”

A pré-candidata ao governo do Amazonas para 2026, Maria do Carmo Seffair (PL), mandou um recado por meio das redes sociais nesta terça-feira (16) para seus adversários políticos, aproveitando o resultado da última pesquisa do Instituto Real Time Big Data, que apontou como sendo um dos nomes que mais cresceu em comparação com o último levantamento.
“Há seis meses meus adversários não me levavam a sério. Achavam que eu não passaria de um dígito, que eu era carta fora do jogo politico, que eles fazem para se manter no poder a qualquer custo. Só não contavam com a minha coragem e com a minha determinação. Pode anotar, a gente vai dar muito trabalho para essa velha política”, instigou a pré-candidata do PL.
Nessa segunda-feira (15), o Real Time Big Data mostrou que Maria do Carmo teve crescimento de três pontos percentuais em relação à ultima pesquisa divulgada em outubro pelo mesmo instituto. A pré-candidata está com 25% das intenções de votos, mantendo crescimento nas pesquisas. No levantamento dessa segunda, seu concorrente, o senador Omar Aziz (PSD), teve um porcento menos das intenções de votos, aparecendo com 42%.
No vídeo dessa terça, Seffair ainda disse: “Antes que eu me esqueça, só um recado para quem acha que a parada já está definida: rejeição também define eleição”, se referindo possivelmente ao seu principal adversário, Omar Aziz, que chamou atenção com 68% maior que Maria do Carmo.
A empresária destacou que a população “já está cansada” de políticos que tiveram a oportunidade de fazer algo, porém que não cumpriram com as promessas feitas, e que agora voltaram com o mesmo discurso de mudança “como se nada tivesse acontecido”.











