Deputados são suspeitos de desviar cotas parlamentares
Alberto Neto atribui operação contra deputados do PL como “cortina de fumaça” para tirar foco de Lulinha

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) atribuiu a operação da Polícia Federal contra parlamentares do PL, na manhã desta sexta-feira (19), a uma espécie de “cortina de fumaça” para tirar o foco do filho mais velho do presidente Lula (PT), o Lulinha, em meio a suposta participação dele no escândalo bilionário do Insituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“Siga firme! Isso é apenas para tirar a atenção do Lulinha. Direita unida e mais madura vencerá a eleição em 26”, escreveu o deputado em uma publicação na qual Carlos Jordy, um dos alvos da operação, se defende das acusações.
A declaração de Alberto ocorre em meio às informações de que o filho mais velho do presidente Lula, o Lulinha, estaria envolvido no escândalo dos desvios bilionários do INSS.
Jordy e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, foram alvo da Operação Galho Fraco, que aprofunda as investigações sobre desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares.
Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.
Por sua vez, Carlos Jordy publicou um vídeo em suas redes sociais, logo após a operação, afirmando ser vítima de perseguição determinada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.
Segundo a PF, a ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.











