Justiça dos EUA ameaça prender ex-goleiro da Seleção Brasileira acusado de golpe

A Justiça da Flórida, nos Estados Unidos, ameaça prender o ex-goleiro e empresário Donieber Marangon, o Doni, que jogou na Seleção Brasileira e em clubes como Corinthians, Santos, Cruzeiro, Roma e Liverpool. Ele é acusado de aplicar golpes financeiros, acumular dívidas e desrespeitar decisões judiciais no Condado de Orange. Em decisão publicada no dia 16 de janeiro, o juiz …

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A Justiça da Flórida, nos Estados Unidos, ameaça prender o ex-goleiro e empresário Donieber Marangon, o Doni, que jogou na Seleção Brasileira e em clubes como Corinthians, Santos, Cruzeiro, Roma e Liverpool. Ele é acusado de aplicar golpes financeiros, acumular dívidas e desrespeitar decisões judiciais no Condado de Orange.

Em decisão publicada no dia 16 de janeiro, o juiz Luis Calderon apontou que a empresa D32 Wholesale LLC, da qual Doni é identificado como gestor, teria descumprido determinações judiciais, incluindo a ausência em audiência, o não comparecimento para depoimento e a não apresentação de documentos e informações financeiras obrigatórias.

Diante das reiteradas ausências e da falta de entrega dos documentos exigidos, o magistrado determinou que a empresa se manifeste em audiência marcada para esta terça-feira (10/2) e expediu um mandado de prisão civil contra Doni e seu sócio Werner Macedo, caso haja novo descumprimento.

A medida está vinculada a eventual reconhecimento de desacato à ordem judicial e prevê a condução do ex-goleiro brasileiro à prisão do Condado de Orange até apresentação ao juiz.

Fontes ouvidas afirmam que Doni foi visto recentemente na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ele e o sócio foram procurados pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

Acusação de golpe

O ex-goleiro é acusado de golpe nos Estados Unidos. O brasileiro enfrenta processos ligados à atuação como empresário de construção civil em solo americano.

Doni e o sócio Werner Macedo captavam recursos para a construção de casas na Flórida. A promessa era que os investimentos com a dupla rendessem 15% ao ano. No entanto, os empreendimentos nunca saíram do papel.

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