Federação aposta em três nomes com forte potencial eleitoral e acende o sinal de alerta para quem busca a reeleição. A renovação, desta vez, pode deixar de ser promessa para virar realidade
Marcellus Campêlo, Rodrigo de Sá e Vivian Amorim podem redesenhar a bancada da União Progressista na Aleam

A disputa por vagas na Assembleia Legislativa do Amazonas ganhou um novo ingrediente dentro da Federação União Progressista. A formação de um trio composto por Marcellus Campêlo, Rodrigo de Sá e Vívian Amorim passou a ser vista nos bastidores como a principal aposta da legenda para ampliar sua bancada e que pode promover uma renovação no quadro de deputados estaduais.
A avaliação de lideranças políticas é que dificilmente uma chapa com três nomes de alta competitividade passará pela eleição sem provocar mudanças na composição da bancada. Em uma disputa proporcional, votos são disputados dentro do mesmo campo político, e o fortalecimento de novas candidaturas tende a aumentar a concorrência interna por cadeiras.
Marcellus Campêlo chega respaldado por uma trajetória consolidada na administração pública. Após comandar projetos estratégicos do Governo do Amazonas, especialmente nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura, entra na disputa carregando o discurso de quem transformou gestão em obras e resultados, atributos que lhe garantem elevada projeção política.
Rodrigo de Sá, por sua vez, reúne experiência administrativa e vivência parlamentar. Com passagem pela Câmara Municipal de Manaus e atuação à frente do Detran Amazonas, construiu uma imagem ligada à gestão, modernização dos serviços públicos e diálogo com diferentes segmentos da sociedade. Nos bastidores, é apontado como um dos nomes mais competitivos da chapa.
Fechando o trio, Vívian Amorim representa a renovação geracional. Com forte presença nas redes sociais, grande capacidade de comunicação e identificação com o eleitorado mais jovem, desponta como uma candidatura capaz de ampliar o alcance eleitoral da federação e atrair um público que busca novas lideranças para a política amazonense.
Nos bastidores, a leitura é praticamente unânime: a União Progressista montou uma das chapas proporcionais mais fortes da eleição de 2026. A combinação entre experiência administrativa, visibilidade pública, capacidade de mobilização e diversidade de perfis faz com que Marcellus Campêlo, Rodrigo de Sá e Vívian Amorim sejam tratados como protagonistas da estratégia eleitoral da federação.
Se confirmarem nas urnas o desempenho projetado por aliados e analistas políticos, o trio poderá não apenas conquistar espaço na Assembleia Legislativa, mas também alterar o equilíbrio interno da União Progressista. A consequência seria uma renovação da bancada e a abertura de um novo ciclo político dentro da federação.
A poucos meses da campanha, uma percepção já começa a ganhar força no meio político: a disputa pelas cadeiras da Aleam não será definida apenas entre os atuais deputados. Com o avanço de Marcellus Campêlo, Rodrigo de Sá e Vívian Amorim, a eleição de 2026 pode marcar a ascensão de uma nova geração de lideranças e transformar profundamente o cenário político da União Progressista no Amazonas.










