Alberto Neto defende que se eleito, vai mirar impeachment de ministros do STF

Alberto afirmou que pretende usar o mandato para articular abertura de processos contra integrantes da Corte que, segundo ele, tenham cometido crime de responsabilidade

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O deputado federal Capitão Alberto Neto, do PL, candidato ao Senado pelo Amazonas, defendeu o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) durante entrevista à Record News. O parlamentar afirmou que pretende usar o mandato para articular pela abertura de processos contra integrantes da Corte que, segundo sua avaliação, tenham cometido crime de responsabilidade.

“Se eu for eleito ao Senado, vou ter a força, a coragem e a competência necessária para enfrentar esses assuntos. Um ministro do Supremo, seja quem for, se cometeu crime de responsabilidade, tem que sofrer um processo, e o processo é o de impeachment”, declarou ele.

Alberto Neto aparece nas primeiras posições das principais pesquisas de preferência de voto para o Senado no estado, disputando o primeiro lugar com o senador Eduardo Braga (MDB), que tenta a reeleição. Na entrevista, o candidato do PL criticou o atual cenário institucional e disse que “hoje nós já vivemos uma ditadura da toga”.

O candidato direcionou parte das críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Alberto Neto relembrou fatos relacionados ao ministro e ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, citando a relação entre os dois que foi divulgada por um relatório da Polícia Federal (PF).

O congressista também criticou o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por sua posição contrária à abertura de processos de impeachment contra ministros do STF. Segundo Alberto Neto, será necessário ter maioria da Casa, “inclusive para tirar o Alcolumbre da presidência do Senado e votar isso [impeachment] o mais rápido possível”.

Pesquisa do Instituto Veritá divulgada em 10 de setembro, colocou Alberto Neto na liderança numérica do cenário consolidado, com 57,1% das citações como primeira ou segunda opção de voto. O levantamento ouviu 1.220 eleitores entre 4 e 9 de setembro e tem margem de erro de três pontos percentuais.

Fonte: Conexão Política

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