“A bancada amazonense em Brasília não tem espaço para amadores”, diz Tadeu de Souza

Tadeu estava referindo-se sobre a formação dos defensores da ZFM diante da regulamentação da Reforma tributária

Compartilhar em:

Candidato a deputado federal, Tadeu de Souza, afirmou que as regras que definirão a adaptação do Polo Industrial ao novo sistema de tributos deverá ser acompanhada de perto e com conhecimento técnico.

A próxima legislatura terá uma tarefa decisiva para o Amazonas: acompanhar a aplicação da reforma tributária e seus efeitos sobre a Zona Franca de Manaus. Para Tadeu de Souza, candidato a deputado federal pelo PP, a capacidade de examinar projetos, questionar normas e acompanhar cada etapa dessa adaptação será definitivo para a construção de defesa ao modelo econômico.

Procurador do Estado e ex-operário do Distrito Industrial, Tadeu sustenta que a discussão tributária precisa considerar tanto a segurança dos investimentos quanto os empregos das famílias amazonenses.

“O Polo Industrial de Manaus sustenta mais de 120 mil empregos diretos. São pais e mães de família. Não dá para brincar com o sustento do nosso povo a cada reforma votada em Brasília. Por isso decidi ir para a linha de frente e usar toda a vivência técnica na gestão pública”, ressaltou.

O novo sistema introduz a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A transição exigirá regras operacionais para os incentivos, para a atividade das indústrias e para a distribuição das receitas entre os entes federativos. Conhecer como a máquina pública funciona será a principal qualidade que o deputado federal que for compor a bancada amazonense em Brasília vai precisar, por isso diz que “Brasília não é para amadores!”

Conhecimento técnico nas comissões

A preocupação não se limita ao texto da reforma já aprovado. Em agosto, a Suframa reuniu representantes da indústria para discutir procedimentos de transição, créditos tributários e a regulamentação de regras específicas da Zona Franca. São decisões que exigirão acompanhamento também em Brasília.

Tadeu defende que a bancada do Amazonas participe desse debate com argumentos técnicos e diálogo com trabalhadores, empresas e instituições de pesquisa. Para o candidato, é necessário preservar a competitividade da Zona Franca e buscar caminhos de desenvolvimento para os municípios do interior.

“A próxima bancada federal precisará reconhecer cedo qualquer regra capaz de afetar o Polo Industrial e agir antes que seus efeitos cheguem ao emprego e à renda da população”, declarou.

PIM em números

O Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou faturamento de R$ 99,64 bilhões no período de janeiro a maio de 2026. No mesmo período, as exportações do PIM somaram US$ 339,41 milhões. Com relação à mão de obra, a indústria amazonense registrou a média mensal de 130.605 empregos nos cinco primeiros meses deste ano.

Fotos: Divulgação/Ascom Tadeu de Souza

Compartilhar em: