? MAIS RIGOR | Senado dos EUA aprova projeto de lei que endurece controle de armas

Aprovação é resultado de um acordo entre democratas e republicanos O Senado dos Estados Unidos aprovou, na quinta-feira 23, por 65 votos a 33, o projeto de lei bipartidário que aumenta o controle de armas no país. Agora, o texto seguirá para a Câmara e estará mais próximo de entrar em vigor. A aprovação é …

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Aprovação é resultado de um acordo entre democratas e republicanos

O Senado dos Estados Unidos aprovou, na quinta-feira 23, por 65 votos a 33, o projeto de lei bipartidário que aumenta o controle de armas no país. Agora, o texto seguirá para a Câmara e estará mais próximo de entrar em vigor. A aprovação é resultado de um acordo entre democratas e republicanos, que encerrou um impasse existente há um ano sobre a legislação de armamentos.

O consenso foi construído em um momento de turbulência em torno do tema, visto que o país ainda vive o luto dos assassinatos em massa ocorridos em um supermercado de Buffalo, em Nova Iorque, e em uma escola de ensino fundamental em Uvalde, no Texas.

Na votação de quinta-feira, 15 republicanos se juntaram a 50 democratas e votaram a favor da lei. Agora, os democratas se mobilizam para aprová-la na Câmara, onde possuem a maioria. Também há a expectativa de o Partido Republicano instruir os deputados a se oporem. Caso seja aprovado, o presidente Joe Biden sancionará o projeto.

A reforma pretende “melhorar” as verificações de antecedentes criminais. Ela dá dez dias úteis para as autoridades revisarem os registros de saúde mental e de delitos juvenis para os menores de 21 anos que desejam comprar armas. Outra proposta é usar recursos federais para ajudar os Estados a colocarem em prática as leis de bandeira vermelha (red flag), que permite às autoridades confiscarem armas de pessoas consideradas perigosas.

O projeto também garante que namorados sejam incluídos em uma lei federal que proíbe agressores domésticos de comprarem armas de fogo. A lei é atualmente restrita a casamentos.

A aprovação ocorre no mesmo dia em que a Suprema Corte do país decidiu expandir os direitos sobre armamentos.

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