No último sábado (31), um trecho da BR-319, a única ligação terrestre do Amazonas com o restante do país, cedeu às 17h, deixando milhares de amazonenses isolados e provocando uma fila de pelo menos 2 km de veículos. A rodovia é fundamental para a circulação entre Manaus e municípios vizinhos, mas a interrupção forçou o …
DNIT corre contra o tempo para consertar BR-319 após desastre no Amazonas

No último sábado (31), um trecho da BR-319, a única ligação terrestre do Amazonas com o restante do país, cedeu às 17h, deixando milhares de amazonenses isolados e provocando uma fila de pelo menos 2 km de veículos. A rodovia é fundamental para a circulação entre Manaus e municípios vizinhos, mas a interrupção forçou o transporte por canoas e lanchas, com custos adicionais para quem precisa atravessar.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), responsável pela manutenção da via, informou que o acesso provisório, construído após a queda da ponte sobre o rio Curuçá em setembro de 2022, foi comprometido pelo aumento do nível do rio devido à cheia da região.
Apesar da situação crítica, o DNIT firma que trabalha para restabelecer o tráfego no trecho afetado até o fim desta segunda-feira (2/6), cerca de 48 horas após o acidente. A nova ponte, com 75% da obra concluída, tem previsão de entrega apenas para setembro deste ano.
Enquanto isso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) mantém o controle do local para garantir a segurança no trânsito e orientar os motoristas.
A população do Amazonas segue na expectativa por uma solução definitiva, enquanto o DNIT acelera os esforços para recuperar a única estrada que conecta o estado ao país.











