Alberto Neto diz em publicação de Salazar que “sistema se reorganizou” para enfrentar Maria do Carmo no segundo turno

Em comentário na publicação de Sargento Salazar, deputado faz defesa do voto no PL para as disputas no Amazonas e no Brasil.

Compartilhar em:

O deputado federal Capitão Alberto Neto usou uma publicação de Sargento Salazar nas redes sociais para criticar o que chamou de “sistema” e reforçar o apoio às candidaturas do PL no segundo turno. A manifestação associa as disputas pelo governo do Amazonas e pela Presidência da República em uma mesma mensagem de mobilização política.

“O sistema entrega a mão para salvar o braço. Vamos de 22 para salvar o Brasil e o Amazonas”, escreveu Alberto Neto.

A referência ao número 22, utilizado pelo PL, reforça a defesa das candidaturas de Maria do Carmo ao governo estadual e de Flávio Bolsonaro à Presidência. O comentário apresenta as duas disputas como partes de um mesmo embate político.

Ao utilizar a expressão “entrega a mão para salvar o braço”, Alberto Neto sugere que os grupos políticos aos quais se opõe estariam dispostos a fazer concessões para preservar posições de poder. O deputado, entretanto, não identifica no comentário quais lideranças ou acordos seriam alvo da crítica.

No contexto da disputa entre Maria do Carmo e Omar Aziz, a manifestação pode ser interpretada como um discurso de reação à união de forças políticas adversárias à candidata do PL. Essa leitura traduz o sentido político da mensagem, embora Alberto Neto não tenha escrito literalmente que “o sistema se uniu contra a professora Maria do Carmo”.

O ponto mais direto do comentário é o chamado ao voto no mesmo partido nas duas eleições. Ao mencionar Brasil e Amazonas na mesma frase, Alberto Neto reforça uma estratégia de campanha que aproxima Maria do Carmo de Flávio Bolsonaro e busca mobilizar o eleitorado identificado com a direita.

A mensagem também procura transformar a crítica aos adversários em incentivo à participação dos apoiadores. Em poucas palavras, o deputado apresenta o voto no 22 como resposta política ao “sistema” que afirma combater.

Compartilhar em: