“A direita acordou em Portugal”, comemorou o líder da extrema direita, André Ventura, que irá disputar com António José Seguro, da esquerda, o segundo turno da eleição presidencial. O país hoje é presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, da centro-direita. O líder do Chega é próximo de Eduardo Bolsonaro e já sugeriu que o presidente …
Aliado de Eduardo Bolsonaro chega ao 2º turno nas eleições de Portugal

“A direita acordou em Portugal”, comemorou o líder da extrema direita, André Ventura, que irá disputar com António José Seguro, da esquerda, o segundo turno da eleição presidencial. O país hoje é presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, da centro-direita.
O líder do Chega é próximo de Eduardo Bolsonaro e já sugeriu que o presidente Lula é ladrão. Nas suas redes sociais, Ventura postou uma foto do petista cumprimentando o primeiro-ministro português e legendou com a pergunta: “Será que o primeiro-ministro ficou com a carteira?”.
Estimulado por Eduardo Bolsonaro, o líder do Chega também já atacou o ministro do Supremo Gilmar Mendes, que anualmente realiza um fórum de debates em Lisboa. O “Gilmarpalooza” reúne a nata dos três poderes e do empresariado brasileiro na capital portuguesa. Na edição do evento do ano passado, Ventura disse que o Chega faria uma investigação própria sobre a influência, o patrimônio e a rede de interesses do ministro brasileiro em Portugal.
Em entrevista ao Metrópoles, na ocasião, o ministro afirmou ter recebido informações de que as insinuações foram estimuladas pelo então deputado Eduardo Bolsonaro e que as recebia “com um sorriso”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou a articulação também em entrevista ao Metrópoles.
“Se isso se confirmar (ter chegado ao segundo turno), é sinal de que a direita acordou, que teremos uma nova direita em Portugal. Houve uma outra direita que não conseguiu se mostrar como alternativa. Quero conseguir agregar a direita e derrotar o socialismo. A eleição será entre os que querem e os que não querem o socialismo”, disse Ventura, conforme registrou a imprensa portuguesa.
Fonte: Metrópoles











