Com iluminação pública 100% em LED no interior e programas premiados de urbanismo sustentável, o Estado leva à conferência internacional um modelo de adaptação climática baseado em resultados concretos
Amazonas chega à COP com credenciais verdes e projetos de impacto capitaneados por Marcellus Campêlo

O Amazonas desembarca na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP) com uma pauta ambiental robusta e dados que chamam atenção até de países desenvolvidos: todos os 61 municípios do interior já possuem iluminação pública 100% em LED, um feito inédito entre os estados brasileiros.
A substituição das lâmpadas antigas por tecnologia mais eficiente deve evitar a emissão de cerca de 100 mil toneladas de CO₂ nos próximos dez anos, tornando o programa um dos mais expressivos exemplos de transição energética na região Norte.
No painel da Blue Zone, o secretário Marcellus Campêlo, responsável pelos programas de infraestrutura urbana do governo, apresentará o Prosamin+ e o Prosai Parintins, projetos que integram saneamento, habitação, reflorestamento e reassentamento de famílias de áreas de risco. As iniciativas, reconhecidas internacionalmente, têm se destacado como exemplos de obras públicas com impacto direto na adaptação climática e na redução de desigualdades.
Segundo Campêlo, o modelo amazonense comprova que infraestrutura e sustentabilidade não são conceitos opostos, mas complementares. “O que fazemos no Amazonas é pensar a cidade de forma humana e ecológica. Reassentar famílias, plantar árvores e substituir lâmpadas também é política climática”, afirmou o secretário.
A presença do Amazonas na COP reforça a estratégia do governo de projetar o estado como referência em políticas sustentáveis integradas, tanto no campo urbano quanto no interior. Além da eficiência energética, os programas apresentados combinam planejamento social e ambiental, com resultados mensuráveis em qualidade de vida, redução de emissões e preservação da floresta.
Em tempos em que o discurso verde domina os fóruns internacionais, o Amazonas chega à COP com ações concretas e métricas reais, mostrando que a Amazônia pode ser laboratório de soluções globais para a crise climática.











