Após 16h, Bombeiros mantêm resfriamento de tanque para evitar novo superaquecimento

As equipes estão mobilizadas na petroquímica Innova, localizada no Distrito Industrial

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Após 16 horas, o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) continua na manhã desta quinta-feira (16), realizando o resfriamento contínuo do tanque, segundo o portal A Crítica, onde aconteceu o superaquecimento que provocou o vazamento da substância química estireno nessa quarta (15). As equipes estão mobilizadas na petroquímica Innova, localizada no Distrito Industrial, zona Sul de Manaus.

A expectativa era que o vazamento encerrasse por volta das 6h desta quinta, no entanto, ainda há registros de gás no local. Apesar da manutenção da operação de segurança, parte dos trabalhadores já retornou para as atividades da empresa. Enquanto isto, as equipes continuam monitorando a área para evitar novo aumento da temperatura do reservatório. Os alunos do Sesi foram liberados das aulas por conta do sinistro ocorrido.

De acordo com o tenente Sória, do Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada por volta das 17h20 de quarta-feira e, ao chegar ao local, encontrou a brigada da própria empresa já atuando no resfriamento do tanque. Ao longo da ocorrência, foram empregadas 12 viaturas e 36 militares.

Nesta quinta-feira, os bombeiros mantêm uma base operacional na empresa e continuam utilizando água para controlar a temperatura do tanque, já que o calor registrado durante o dia pode dificultar o processo de resfriamento. A Defesa Civil também acompanha os trabalhos.

Embora o vazamento tenha sido reduzido significativamente, as equipes permanecem atuando até que o risco de um novo superaquecimento seja descartado.

Na noite de quarta-feira, o comandante-geral do CBMAM, Coronel Orleilso Muniz, informou que o vazamento havia sido controlado e explicou que o problema teve origem em uma reação química espontânea no interior de um dos tanques da unidade. Conforme o comandante, o calor gerado durante essa reação exige resfriamento constante do reservatório para impedir o aumento da temperatura, motivo pelo qual a operação dos bombeiros continua no local.

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