A Argentina está sofrendo com uma paralisação nacional de caminhoneiros, que protestam contra a falta de diesel e o aumento do preço do combustível no país. As manifestações começaram nesta terça-feira, no interior do país, e agora tomaram proporções nacionais, com caminhoneiros bloqueando a estrada entre Buenos Aires e La Plata, impedindo o acesso à …
? GREVE DOS CAMINHONEIROS | Argentina tem paralisação nacional de caminhoneiros contra falta de diesel e aumentos dos combustíveis

A Argentina está sofrendo com uma paralisação nacional de caminhoneiros, que protestam contra a falta de diesel e o aumento do preço do combustível no país. As manifestações começaram nesta terça-feira, no interior do país, e agora tomaram proporções nacionais, com caminhoneiros bloqueando a estrada entre Buenos Aires e La Plata, impedindo o acesso à capital.
Os manifestantes ocuparam as principais vias de acesso a grandes cidades da Argentina desde o início da manhã desta quarta-feira, 22, e segundo um dos manifestantes, os bloqueios acontecem nas estradas entre Buenos Aires e La Plata, Rosário e Córdoba e Buenos Aires e Rosário. Há também bloqueios em Tucumán e Santiago del Estero, segundo relato do manifestante para “Rádio Mitre”.
A paralisação fez com que o ministro de Segurança de Buenos Aires, Sergio Berni, fosse de helicóptero até os manifestantes para exigir o desbloqueio das vias. Depois de pedido mal sucedido, forças de segurança foram mobilizadas para dispersar o bloqueio.
Segundo o “La Nacion”, às 8h30 os caminhões ocupavam apenas uma pista da estrada Buenos Aires – La Plata. O jornal argentino disse também que o ministro dos Transportes da capital, Jorge D’Onofrio, conversou com lideranças dos caminhoneiros nesta manhã para iniciar conversas entre as partes e em troca disso ficou acordada a liberação das vias.
Apesar do acordo entre caminhoneiros e as lideranças de Buenos Aires, Patricio Minutoli, delegado dos manifestantes, disse para a “Rádio Mitre” que os caminhoneiros podem cortar os acessos a portos e cidades da Argentina para que os pleitos da classe cheguem até o presidente Alberto Fernández. Ele disse que são reivindicações “históricas” e que a paralisação pode “desabastecer o país”.
Fonte: Valor Econômico











