O primeiro alerta de cheias da Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH) será feito apenas no mês de março. No entanto, o comportamento do rio Negro preocupa, as águas vêm subindo rapidamente quando comparado com a mesma data nos dois últimos anos. O tema acendeu o sinal de alerta do deputado estadual Roberto …
???? Cidade chama atenção para subida rápida do rio Negro e pede que ações de prevenção à cheia sejam antecipadas

O primeiro alerta de cheias da Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH) será feito apenas no mês de março. No entanto, o comportamento do rio Negro preocupa, as águas vêm subindo rapidamente quando comparado com a mesma data nos dois últimos anos. O tema acendeu o sinal de alerta do deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil), sendo abordado durante sessão plenária desta quinta-feira (9).
Em 2021, o rio Negro subiu, conforme a régua do Porto de Manaus, do dia 8 para o dia 9 de fevereiro, quatro centímetros e, neste ano, na mesma data, o rio subiu nove centímetros.
“O rio Negro começou a subir de forma mais agressiva em alguns dias e, embora ainda não haja motivos para alarme, é importante que mantenhamos a vigilância e adotemos medidas de prevenção, antecipadamente, para que a população não venha a ser prejudicada. Aqui em Manaus, de acordo com a régua do porto, ainda estamos abaixo dos níveis do ano passado e de 2021, quando houve a cheia histórica, porém precisamos nos antecipar. A SNPH e os órgãos de controle, com certeza, estão vigilantes e nós, aqui na Assembleia Legislativa, também”, afirmou.
Em 2021, ano em que o rio Negro atingiu 30,02 cm, a média diária de subida das águas em janeiro foi de 5 a 6 centímetros. Neste ano, nos nove primeiros dias de fevereiro, só nos dias 8 e 9 o rio Negro subiu menos de 10 cm. Nos outros 7 dias, foram subidas 10, 11 e até 12cm. No período, o rio subiu 87 cm contra 38 cm em 2021.
“Se continuarmos nessa velocidade, poderemos ter uma cheia próxima da que tivemos em 2021 e, por isso trazemos o tema à tona. Precisamos nos antecipar aos problemas que podem acontecer, especialmente com as pessoas que vivem às margens do rio e dos igarapés de Manaus”, reforçou.
Com informações da Assessoria de Imprensa











