CMM inicia ano legislativo nesta segunda-feira cercada de polêmicas sob gestão de David Reis

Contratos sem licitação, cobranças do TCE-AM e assinaturas durante as férias marcam início do ano legislativo As atividades legislativas da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para o biênio 2025/2026 serão iniciadas na manhã desta segunda-feira (10), por volta das 9h, em cerimônia na sede do Parlamento Municipal. O evento de abertura dos trabalhos legislativos será …

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Contratos sem licitação, cobranças do TCE-AM e assinaturas durante as férias marcam início do ano legislativo

As atividades legislativas da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para o biênio 2025/2026 serão iniciadas na manhã desta segunda-feira (10), por volta das 9h, em cerimônia na sede do Parlamento Municipal.

O evento de abertura dos trabalhos legislativos será conduzido pelo vereador David Reis (Avante), presidente do Parlamento municipal. Durante a cerimônia, o prefeito David Almeida (Avante) realizará a leitura da mensagem governamental.

Além disso, o prefeito David Almeida deve realizar um balanço dos avanços e desafios de sua gestão, além de apresentar novas metas e projetos a serem executados no novo biênio.

O evento deve contar com a presença dos 41 vereadores eleitos em 2024.

Na gestão de David Reis, CMM enfrenta polêmicas

Apesar de começar os trabalhos apenas no dia 10 de fevereiro, a CMM já está no centro de uma série de polêmicas desde o começo de 2025, sob a gestão do atual presidente da casa, o vereador David Reis.

A primeira delas envolve a contratação, sem licitação, de uma empresa para serviços de limpeza na sede da CMM, pelo valor de R$ 1,5 milhão, sob alegação de emergência. A empresa em questão, LS Serviços de Organização de Eventos Ltda, tem como atividade principal o comércio de combustíveis, o que gerou questionamentos sobre sua capacidade para executar os serviços contratados.

Poucos dias depois, a CMM voltou a fechar novo contrato, também sem licitação, com a mesma empresa, desta vez para serviços de copeiragem, jardinagem, ajudantes e garçons, com um custo adicional de quase R$ 1 milhão. Novamente, a justificativa apresentada foi a de urgência, embora não houvesse indícios de necessidade emergencial.

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