Inicio essa coluna com essa frase que é uma espécie de alimentador de esperança. A nossa hora ainda vai chegar… Digo isso porque no último domingo, dia 2 de outubro, assisti incrédulo a uma vitória escapar das nossas mãos, faltando pouco mais de 5% dos votos para serem apurados. Foi duro. Essa frase também traz …
Coluna 60 de @fred.meloo Tema: A nossa hora ainda vai chegar…

Inicio essa coluna com essa frase que é uma espécie de alimentador de esperança. A nossa hora ainda vai chegar… Digo isso porque no último domingo, dia 2 de outubro, assisti incrédulo a uma vitória escapar das nossas mãos, faltando pouco mais de 5% dos votos para serem apurados. Foi duro.
Essa frase também traz a todos que acreditam em uma Manaus e em um Brasil melhores, um exercício mental de perseverança, resiliência e de, sobretudo, saber que é possível vencer. Precisamos apenas de um pouco mais de esforço, otimismo e estratégia para enfrentar o próximo desafio em 2024.
David Almeida demonstrou sua incapacidade de exercer poder de influência sobre a população de Manaus. Isso ficou claro no domingo, já que seu candidato ao Senado, Omar Aziz, teve apenas 23% dos votos na capital. Já Coronel Menezes teve expressivos 52% e, por muito pouco, não ganhou a eleição.
Ainda não foi agora, mas você olha para frente e diz: “vai chegar a hora”. Assim seguimos caminhando com a certeza de que o nosso momento vai chegar. Essa é a minha interpretação para o viés político, pois tenho acompanhado o Coronel Menezes nos últimos quatro anos e afirmo que ele já é pré-candidato à Prefeitura de Manaus em 2024. Alguém que teve 544 mil votos na capital dos 737 mil que obteve no estado não ficará de fora do próximo pleito em hipótese alguma. É uma questão lógica.
Andando pelo interior do estado, Menezes sempre foi visto com resistência pelos meios de comunicação e pelos demais políticos. Diminuir seu trabalho sempre foi de praxe. Ninguém falou, por exemplo, que durante a sua curta passagem pela Suframa, a Zona Franca gerou mais de 20 mil empregos diretos e que Menezes pensa num projeto inovador para o interior.
Esse interior foi o seu algoz e se retroalimenta de sua própria miséria, lamentavelmente. Os políticos tradicionais sabem disso, mas é mais fácil e vantajoso para eles manter a população miserável, porque na época de eleição eles podem abastecê-la com migalhas em troca de votos.
Em 2022, o mal venceu o bem no interior do Amazonas e está perdurando indefinidamente por lá. Os nossos municípios, com raras exceções, vivem uma situação de abandono que me surpreendeu negativamente sob todos os aspectos. Nada funciona. Internet péssima, regularização fundiária e reservas de proteção que atendem aos interesses de muitos, menos das pessoas.
Falta emprego, renda e oportunidades. Enfim, um descaso atroz que deveria envergonhar a muitos. É lamentável, mas os grandes responsáveis, aqueles que se alimentam da miséria das pessoas, continuam nos seus castelos e tramam a manutenção de suas posições por mais quatro ou oito anos.
Os mesmos motivos que levam poucos a me admirar são os mesmos que levam muitos a me detestar. A sinceridade provoca ambas reações. Tudo depende do ângulo de observação. Assim é a vida, dessa forma são as coisas. Tem gente que vê defeitos em tudo, mas eu prefiro sempre enxergar as virtudes e ter o olhar de que é possível ser melhor, porque o otimista é mais feliz.
A tese do “ainda não” está me ajudando nisso. Apenas a hora não chegou, mas chegará. Vou insistir, persistir, ser resiliente e resistente, porque ninguém vence desistindo. O bem pode estar por perto.
As eleições de 2024 começam imediatamente após o encerramento dessa de 2022 e, diante de tudo que assistimos, dos resultados que conhecemos, dois nomes despontam com chances reais de enfrentar o atual prefeito em igualdade de condições: Coronel Menezes e Amom Mandel.
Caso eles consigam formar uma chapa única, sou capaz de afirmar que o atual e soberbo alcaide estará com os seus planos de poder seriamente comprometidos. Quem viver verá.
Agora é hora de reeleger Bolsonaro e Wilson Lima, o resto a gente vê depois.
Que phase!











