A deputada estadual Débora Menezes (PL) afirmou nesta terça-feira (26) que as conversas vazadas entre o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não configuram crime. Para ela, o conteúdo não deveria ter sido divulgado e não traz provas que incriminem pai e filho. “Primeiro, as conversas não deveriam ter …
Débora Menezes afirma que não há indícios de crime em conversas entre Eduardo e Bolsonaro

A deputada estadual Débora Menezes (PL) afirmou nesta terça-feira (26) que as conversas vazadas entre o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não configuram crime. Para ela, o conteúdo não deveria ter sido divulgado e não traz provas que incriminem pai e filho.
“Primeiro, as conversas não deveriam ter sido vazadas, porque isso acabou sendo feito de forma semelhante ao que faz o [repórter] Léo Dias, divulgando conversas privadas. Isso já está errado. E não interessa quantas conversas tenham sido divulgadas, o que importa é que nenhum crime foi encontrado nesses diálogos”, declarou.
A parlamentar também disse que houve tentativa de deturpar o teor das mensagens, ressaltando que, em conversas pessoais, é natural cada um expor opiniões.
As declarações ocorreram após a Polícia Federal indiciar Jair Bolsonaro e o filho “03” por coação no curso do processo sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. Desde março, Eduardo está nos Estados Unidos, onde articula sanções contra autoridades brasileiras, em especial contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, relator da ação.
Débora Menezes criticou Moraes, afirmando que o ministro “passou de todos os limites” e classificou as decisões dele como perseguição política. “Tentativa desesperada de criar narrativas e uma perseguição escancarada”, concluiu.











