A deputada estadual pelo Amazonas, Débora Menezes (PL) e o deputado federal Alberto Neto (PL), usaram as redes sociais nesta segunda-feira (05) para comemorar o momento que o ditador Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, chegaram, algemados e com roupa de presidiários, ao Tribunal Federal em Manhattan. Os dois vão passar por audiência por …
Débora Menezes e Alberto Neto comemoram momento que Maduro e esposa chegam ao tribunal nesta segunda (05): “mais um dia histórico”

A deputada estadual pelo Amazonas, Débora Menezes (PL) e o deputado federal Alberto Neto (PL), usaram as redes sociais nesta segunda-feira (05) para comemorar o momento que o ditador Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, chegaram, algemados e com roupa de presidiários, ao Tribunal Federal em Manhattan. Os dois vão passar por audiência por volta de 14h pelo horário local. Para os parlamentares, é “mais um dia histórico”.
“Mais um dia histórico! Algemado e vestido com uniforme de presidiário, o ditador Nicolás Maduro é levado para o tribunal, em Nova York”, afirmou Débora na publicação.
“Momento em que o ditador Nicolás Maduro é conduzido para o julgamento. Mais um dia histórico!”, disse o deputado na postagem.
Débora Menezes, comemorou pela segunda vez, após o ex-presidente venezuelano ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, comandado por Donald Trump, na madrugada do último sábado (03). Após a captura de Maduro, Débora escreveu na publicação: “Hoje, 3 de janeiro de 2026, é um dia histórico para a Venezuela e para a liberdade na América Latina! Após anos de tirania, repressão e crise humanitária, o ditador Nicolás Maduro foi capturado em uma espetacular operação militar dos EUA e removido do país junto com sua esposa”, destacou.
A parlamentar também chegou a publicar vídeos onde venezuelanos comemoraram a captura do ditador, assim como outras lideranças de direita no estado, que defenderam fortemente a ação do governo de Trump sobre a Venezuela, assim como Alberto Neto.
Ele comemorou no último sábado (03) a captura de Maduro, e fez uma reflexão ao questionar se a população mundial defende a liberdade ou apenas a própria ideologia, se referindo à miséria que o povo venezuelano enfrentou por um longo tempo. E ddestacou que: “a história irá cobrar o silêncio ensurdecedor da esquerda”.
Acusações
O ditador venezuelano Nicolás Maduro foi transferido, por volta das 9h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira (5), em um comboio, do Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, rumo ao tribunal federal de Manhattan, onde participará da primeira audiência perante a Justiça dos Estados Unidos.
A audiência marca o primeiro passo formal do novo estágio do processo criminal que tramita contra ele no Distrito Sul de Nova York. Maduro responderá por crimes de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados ao uso e à posse de metralhadoras e dispositivos explosivos. O presidente venezuelano havia sido indiciado originalmente em 2020 pelo Ministério Público americano.
De acordo com o indiciamento, Nicolás Maduro é acusado de liderar, desde aproximadamente 1999, uma ampla conspiração criminosa que teria utilizado instituições do Estado venezuelano para facilitar o tráfico internacional de drogas e apoiar organizações classificadas como terroristas.











