A polícia de Utah informou que liberou dois suspeitos de serem os responsáveis pela m0rte do ativista e aliado do presidente Donald Trump, Charlie Kirk, nessa quarta-feira (10), enquanto discursava na Universidade Utah Valley (UVU). George Zinn, o primeiro suspeito, foi acusado de obstrução. O segundo, Zachariah Qureshi, foi solto após interrogatório policial. “Não há …
FBI libera suspeitos de matar aliado de Trump após interrogatório

A polícia de Utah informou que liberou dois suspeitos de serem os responsáveis pela m0rte do ativista e aliado do presidente Donald Trump, Charlie Kirk, nessa quarta-feira (10), enquanto discursava na Universidade Utah Valley (UVU).
George Zinn, o primeiro suspeito, foi acusado de obstrução. O segundo, Zachariah Qureshi, foi solto após interrogatório policial. “Não há vínculos atuais com nenhum desses indivíduos no tirote1o. Há uma investigação e uma busca em andamento pelo at1rador”, informa o comunicado.
O Departamento de Segurança Pública de Utah (DPS) e o FBI atuam na investigação com o Ministério Público do Condado de Utah, o Gabinete do Xerife do Condado de Utah e os departamentos de polícia locais.
Mais cedo, o diretor do FBI, Kash Patel, havia confirmado a liberação do primeiro suspeito. “O suspeito detido foi solto após interrogatório pelas autoridades policiais. Nossa investigação continua, e continuaremos a divulgar informações em nome da transparência”, escreveu Patel no X (ex-Twitter).
O governador de Utah, Spencer Cox (Republicanos), prometeu responsabilizar o ass4ssino de Kirk “até o limite máximo da lei”. Em coletiva à imprensa, Cox afirmou que trata-se de um “ass4ssinato político”.
Trump ordenou que as bandeiras americanas fossem hasteadas a meio mastro até domingo em homenagem a Kirk.
O ativista se tornou uma das vozes mais proeminentes da direita nos últimos anos. Ele conquistou uma audiência de milhões de ouvintes entre seu talk show diário e canais de mídia social. Chefe da Turning Point USA, a principal organização conservadora juvenil dos EUA, Kirk realizava eventos em universidades com conservadores para pedir voto a Trump em 2024.
Fonte: Metrópoles











