Anúncio foi feito pelo deputado licenciado Saullo Vianna e pelo ministro Celso Sabino
Festival de Parintins 2025 terá R$ 10 milhões de patrocínio do governo federal

O deputado federal licenciado e secretário de Assistência Social de Manaus, Saullo Vianna (União), e o ministro do Turismo, Celso Sabino, selaram, hoje, o patrocínio de R$ 10 milhões para o Festival Folclórico de Parintins 2025. Em cerimônia na sede da pasta, em Brasília, Sabino reafirmou o compromisso do governo Lula com este que, na opinião dele, é o “maior espetáculo do planeta”.
“É uma honra poder apoiar esta festa que movimenta toda a economia, não só de Parintins, mas de toda uma região, e que mantém viva a nossa ancestralidade. A todos que não a conhecem, não passem por esta vida sem ir a Parintins, no Festival”, convidou.
Para o deputado Saullo Vianna, que em 2023 iniciou uma articulação junto ao governo federal, o apoio é fruto do “olhar sensível” de Sabino com a cultura amazonense.
“Tive a oportunidade de, dois anos atrás, levar muitos deputados para conhecer o Festival de Parintins, entre eles o Celso, que se apaixonou pela festa. E por obra do destino, ele se tornou ministro, quando iniciamos a construção dessa parceria, muito importante para a geração de renda e que impulsiona o turismo no nosso estado”, diz Vianna.
Segundo Saullo Vianna, o festival gera mais de 20 mil empregos diretos e indiretos e movimenta cerca de R$ 120 milhões, número significativo diante de uma população de pouco mais de 100 mil habitantes.
“Nossa festa não é apenas entretenimento, mas tem uma importância muito grande para a nossa gente, pois fica um legado para a nossa cidade em termos de aquecimento da economia. Não adianta ter o recurso se não tiver vontade política”, acrescentou o prefeito de Parintins, Mateus Assayag.
Presentes ao anúncio da verba oficial do Ministério de Turismo para o Festival de Parintins, os presidentes dos bois Caprichoso e Garantido reforçaram a dimensão social do evento. “Essa cadeia de apoios atinge uma população que precisa e a cidade como um todo, graças também aos fazedores e fazedoras da cultura”, disse Rossy Amoedo, presidente do boi azul.
“Esse carinho a gente retribui no espetáculo, porque é a arte que nos move”, acrescentou Fred Goes, presidente do boi vermelho.
Com informações de Portal A Crítica











