Governo do Estado atinge a marca histórica de implantação de LED na iluminação pública de todos os 61 municípios do interior

Escavadeiras, caminhões, câmeras de segurança e até walkie-talkie. Entre 2017 e 2024, os dutos da Transpetro localizados no Rio de Janeiro (RJ) se tornaram alvo de uma quadrilha especializada em furto de petróleo. A rede estruturada — que envolvia a participação de inúmeras pessoas e de pelo menos oito “mentores” — causou prejuízos superiores a …

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Escavadeiras, caminhões, câmeras de segurança e até walkie-talkie. Entre 2017 e 2024, os dutos da Transpetro localizados no Rio de Janeiro (RJ) se tornaram alvo de uma quadrilha especializada em furto de petróleo. A rede estruturada — que envolvia a participação de inúmeras pessoas e de pelo menos oito “mentores” — causou prejuízos superiores a R$ 1,5 milhão, além de danos ambientais.

Na última semana, a Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou uma ação para apreender caminhões utilizados na empreitada. Em entrevista à coluna, o delegado Pedro Brasil, titular da unidade policial, detalhou o modus operandi do grupo e o trabalho da polícia nas ofensivas contra os bandidos. Atualmente, o crime é considerado extinto no estado.

Antes de ser dizimada do território fluminense, a quadrilha atuava de forma reiterada no estado. “Esse crime já foi endêmico no Rio, mas não é qualquer pessoa que o comete, porque não é como furtar uma bicicleta.”

De acordo com o delegado, o modus operandi, geralmente, era o mesmo. Os criminosos obtinham informações de onde os dutos da petrolífera estavam instalados, selecionavam áreas ermas, de difícil acesso e, em dias e horários específicos, regularmente aos domingo à noite, escavavam o solo com o objetivo de cortar os dutos.

“Depois disso, cobriam as escavações e passavam a vigiar o local para identificar movimentações suspeitas, da Transpetro ou da polícia. Não havendo presença de fiscalização, eles retornavam ao ponto para encher caminhões com o material do furto”, detalhou.

Posteriormente, o material era transferido para outros estados e vendido para indústrias do setor de asfalto, borracha, plástico e fertilizantes.

Estamos com foco no fato.

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