Rumores a cerca do reajuste do salário mínimo e previdência social, pegaram fôlego na semana passada, após Ministro da Economia Paulo Guedes propor uma a nova arquitetura fiscal e reformulação do teto de gastos. Uma das principais medidas em estudo é a desindexação do salário mínimo e dos benefícios previdenciários. Hoje, eles são corrigidos pelo …
???? Guedes sobre rumores a cerca de salário e previdência: “Se demos aumentos para o mínimo até na crise, porque não daremos agora”

Rumores a cerca do reajuste do salário mínimo e previdência social, pegaram fôlego na semana passada, após Ministro da Economia Paulo Guedes propor uma a nova arquitetura fiscal e reformulação do teto de gastos.
Uma das principais medidas em estudo é a desindexação do salário mínimo e dos benefícios previdenciários. Hoje, eles são corrigidos pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior. “O salário mínimo deixa de ser vinculado à inflação passada”. Na nova regra, o piso “considera a expectativa de inflação e é corrigido, no mínimo, pela meta de inflação”. O gasto com benefícios previdenciários” também deixa de ser vinculado à inflação passada”.
A proposta, causou grande repercussão na mídia nacional, alegando prejuízo aos mais pobres e aposentados. Segundo a mídia, essa nova forma de cálculo poderia gerar correções abaixo da inflação nos benefícios previdenciários e no salário mínimo.
Em nota divulgada pelo Ministério da Economia, Guedes disse que, além da correção da inflação, o porcentual de reajuste pode, inclusive, ser acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) observado no período.
“É falaciosa a informação de que o ministério pretende adotar medida que possa causar danos à camada mais frágil da população” afirma Guedes
A nota rebate informação divulgada em alguns órgãos de imprensa de que o governo poderia mexer na regra que atualiza o salário mínimo e a aposentadoria, corrigidos pelo INPC.
“Se demos aumentos para o mínimo até na crise, porque não daremos agora”, concluiu Paulo Guedes.
Com informações da Folha de S. Paulo e Revista OESTE
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