O ex-governador e ex-vereador Henrique Oliveira, afirmou que vai recorrer à Justiça Eleitoral após o PL não oficializar seu nome ao Senado Federal para as eleições de 2026. A informação foi confirmada ao portal Foco no Fato pelo próprio Henrique nesta sexta (7). O nome dele não consta na ata publicada pelo partido no Divulgacand, …
Henrique Oliveira não recua e entra na Justiça após ter nome retirado do PL na corrida ao Senado

O ex-governador e ex-vereador Henrique Oliveira, afirmou que vai recorrer à Justiça Eleitoral após o PL não oficializar seu nome ao Senado Federal para as eleições de 2026. A informação foi confirmada ao portal Foco no Fato pelo próprio Henrique nesta sexta (7). O nome dele não consta na ata publicada pelo partido no Divulgacand, site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Sim. Fui para a convenção do PL, mostrei que queria. Agora vou judicializar. Eu estou preparando o ingresso para dar entrada na Justiça Eleitoral sobre minha pré-candidatura ao Senado”, declarou.
Ele informou que sua equipe jurídica já está avaliando a melhor maneira de judicializar o caso para reverter a decisão e afirmou que vai até o fim. De acordo com Henrique, a definição das candidaturas estava sobre a responsabilidade do pré-candidato ao Senado, Alberto Neto, determinado pelo presidente estadual do partido no Amazonas, Alfredo Nascimento.
Segundo Henrique disse ao portal, Alberto Neto não concorda em ter outro nome no partido, a não ser o dele para o cargo. Ele afirmou que o deputado federal quer “andar sozinho no elevador. Numa vaga onde cabem dois carros, ele quer estacionar sozinho. Espaçoso”, elevou o tom contra Alberto.
E concluiu que não vai recuar da candidatura ao Senado, por ele e pela sua trajetória construída dentro da política. E afirmou que foi à convenção da sigla na última semana para mostrar que tinha o objetivo de concorrer à vaga. Henrique Oliveira já foi deputado federal pelo PL em 2010, que na época se chamava Partido da República (PR). Ele também já foi vereador de Manaus e vice-governador do Amazonas em 2014.










