Homem assassinado na Praia da Ponta Negra tinha passagens pela polícia

A causa da morte ainda é apurada

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Um homem idemtificado como Victor Moriz de Sena, conhecido como “Vitinho”, que foi assassinado nesse domingo (06) na praia da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, já tinha passagens pela polícia.

Segundo informações iniciais, Victor estava na praia e foi atingido ao ser surpreendido por homens armados. O crime aconteceu durante o início da tarde, na faixa da areia. Vídeos mostravam pessoas correndo após disparos de arma de fogo serem ouvidos.

Em outras imagens, foi possível ver a vítima jogada no chão e algumas pessoas ao redor tentando prestar algum tipo de socorro.

Policiais militares foram acionados e retiraram o corpo do homem da areia e colocaram no calçadão. A área foi isolada para impedir que houvesse aglomeração de pessoas ao redor.

A motivação para o assassinato ainda não foi esclarecida pelas autoridades. Também não foram divulgadas informações sobre a identidade dos homens que participaram da ação.

A Polícia Civil deve analisar as circunstâncias do ataque e buscar imagens de câmeras de segurança instaladas na região para tentar identificar os envolvidos. O caso ficará sob responsabilidade da DEHS, que deverá investigar a autoria e a motivação do crime.

Atendimento

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para atender a ocorrência. Apesar das tentativas de socorro, o homem não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada ainda no local.

A área foi isolada por policiais da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) para preservar a cena do crime. Equipes da perícia criminal e da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) também foram acionadas.

Passagem pela polícia

Natural de Coari, município localizado a 363 quilômetros de Manaus, Victor possuía passagens pela polícia. Conforme informações preliminares, ele era investigado ou apontado como envolvido em crimes como tráfico de drogas, homicídio qualificado, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Victor também seria apontado como integrante de um grupo suspeito de atuar como “piratas de rio” no Amazonas.

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