O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, neste domingo (23) no horário local, que a libertação de prisioneiros palestinos durante a trégua na Faixa de Gaza será adiada até que o grupo terrorista Hamas acabe com as "cerimônias humilhantes" que se tornaram habituais durante a libertação de reféns israelenses. Em um comunicado de seu gabinete, …
Israel exige fim de “cerimônias humilhantes” para reféns e adia libertação de presos palestinos

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, neste domingo (23) no horário local, que a libertação de prisioneiros palestinos durante a trégua na Faixa de Gaza será adiada até que o grupo terrorista Hamas acabe com as “cerimônias humilhantes” que se tornaram habituais durante a libertação de reféns israelenses.
Em um comunicado de seu gabinete, Netanyahu afirmou que existem “repetidas violações [do acordo] por parte do Hamas”. “Incluindo as cerimônias humilhantes que desonram nossos reféns e o uso cínico dos reféns para fins de propaganda”, complementou.
Anteriormente, o primeiro-ministro já havia dito que “foi decidido adiar a libertação de terroristas planejada até que a próxima libertação de reféns seja garantida sem as cerimônias humilhantes”. Nas cerimônias coreografadas, os reféns recebem certificados em hebraico para marcar o fim de seu cativeiro antes de serem entregues à Cruz Vermelha, que os transportam até as forças israelenses.
Na quinta-feira (20), o grupo terrorista entregou os restos mortais de três reféns em caixões durante uma cerimônia midiática, o que foi criticado pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Desfilar os corpos da maneira que vimos é abominável e cruel, e contradiz o direito internacional”, afirmou o chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Turk.
Fonte: Metrópoles
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