Marcellus amplia debate sobre desenvolvimento e defende aproveitamento do potencial natural do Estado
Marcellus Campêlo aposta na piscicultura como caminho para gerar empregos e diversificar a economia do Amazonas

O Amazonas possui uma das maiores reservas de água doce do planeta e uma enorme diversidade de espécies de peixes. Para Marcellus Campêlo, transformar esse patrimônio natural em desenvolvimento sustentável pode ser um dos caminhos para gerar emprego, renda e novas oportunidades econômicas, principalmente nos municípios do interior.
A defesa do fortalecimento da piscicultura coloca Marcellus em um debate estratégico: a necessidade de o Amazonas buscar alternativas econômicas capazes de complementar a força da Zona Franca de Manaus e, ao mesmo tempo, fazer o desenvolvimento chegar de maneira mais intensa ao interior.
Do potencial à população
A lógica defendida é simples: o Amazonas tem água, território, conhecimento e vocação para produzir peixe em grande escala. O desafio é transformar potencial em cadeia produtiva.
Isso passa pelo incentivo aos produtores, acesso a crédito, assistência técnica, regularização ambiental, infraestrutura, beneficiamento, armazenamento e condições para que a produção consiga chegar competitivamente aos mercados consumidores.
Nesse cenário, a piscicultura deixa de ser vista apenas como atividade primária e passa a ser encarada como uma cadeia capaz de movimentar diferentes setores da economia.
Marcellus amplia a agenda
O posicionamento também amplia o perfil político de Marcellus Campêlo. Conhecido pela atuação em áreas ligadas à infraestrutura, habitação, saneamento e desenvolvimento urbano, ele passa a incorporar com maior intensidade ao discurso temas relacionados à geração de emprego, produção e desenvolvimento econômico do interior.
A discussão ganha ainda mais peso diante de sua movimentação política para 2026.
Ao colocar a piscicultura no centro do debate, Marcellus sinaliza que pretende defender uma agenda que vá além das grandes obras e alcance também alternativas capazes de produzir renda diretamente para quem vive nos municípios amazonenses.
Riqueza que pode vir das águas
Num Estado marcado pelas enormes distâncias e pela concentração econômica na capital, encontrar atividades compatíveis com a realidade do interior é um dos grandes desafios de qualquer projeto de desenvolvimento.
E é justamente aí que está a aposta.
Se o Amazonas é uma potência das águas, Marcellus Campêlo defende que essa riqueza também precisa ser transformada em emprego, renda e oportunidade para os amazonenses.
Mais do que criar peixe, a proposta coloca em discussão um desafio muito maior: fazer o Amazonas produzir mais riqueza a partir das próprias vocações.










