O secretário chefe da Casa Civil da Prefeitura de Manaus, Marcos Rotta, desconversou ao não definir ainda em qual partido vai disputar as eleições de 2026, em evento que marcou o anúncio de sua pré-candidatura ao Senado Federal nessa quarta-feira (11), com a presença de seu aliado político, prefeito David Almeida e demais autoridades. Ele …
Marcos Rotta desconversa sobre qual partido vai concorrer ao Senado

O secretário chefe da Casa Civil da Prefeitura de Manaus, Marcos Rotta, desconversou ao não definir ainda em qual partido vai disputar as eleições de 2026, em evento que marcou o anúncio de sua pré-candidatura ao Senado Federal nessa quarta-feira (11), com a presença de seu aliado político, prefeito David Almeida e demais autoridades.
Ele ressaltou que vai conversar com seu grupo político para decidir em que partido vai concorrer o pleito, que tem até 04 de abril para a escolha da sigla, conforme a janela partidária, sem risco de perder o mandato.
“Isso não quer dizer que a gente não possa avançar em conversas com outros partidos. David vem fazendo isso, o Renato vem fazendo isso. Isso faz parte do cotidiano da vida política: o diálogo. Eu não posso cravar para você por onde serei candidato. Hoje, nós temos até o dia 4 de abril para conversar. Vamos escolher o que for melhor, não apenas para mim. Creio que representamos aqui um grupo unido, pacificado e com o objetivo claro de continuar servindo ao Estado do Amazonas”, disse Rotta.
No momento, Rotta está filiado ao Avante, comandado por David Almeida no estado. Havia certa expectativa que Rotta se filiasse ao PDT de Carlos Lupi para disputar as eleições, porém ainda não decidiu.
Bastidores
Segundo membros do PDT, saíram frustrados do evento de anúncio de Rotta, após afirmar que está conversando com outros partidos. Em dezembro do ano passado, Rotta foi apresentado pelo partido como candidato ao Senado depois de David articular em Brasília para compor seu arco de alianças.
Porém, nessa quarta, correligionários da sigla viram a chance de Rotta preencher a vaga no Congresso Nacional desde 2007, não ser concretizada, quando Jefferson Péres, faleceu durante o exercício do cargo.











