A possível formação da chapa do MDB para deputado federal no Amazonas revela um movimento estratégico do partido para manter protagonismo na bancada federal em 2026, com forte aposta na capilaridade do interior e em nomes com experiência administrativa. Levantamento divulgado pelo analista político Igor Castro aponta uma composição que mescla parlamentares com mandato, ex-gestores …
MDB aposta no interior, estrutura nomes competitivos e mira até duas cadeiras na Câmara Federal

A possível formação da chapa do MDB para deputado federal no Amazonas revela um movimento estratégico do partido para manter protagonismo na bancada federal em 2026, com forte aposta na capilaridade do interior e em nomes com experiência administrativa.
Levantamento divulgado pelo analista político Igor Castro aponta uma composição que mescla parlamentares com mandato, ex-gestores e lideranças com influência regional.
Entre os nomes cotados estão Adail Filho, Saullo Vianna, Jesus Alves, Arthur Neto, Nathan Macena e Vanda Witoto, além de outros nomes ainda em definição.
Projeção coloca MDB em faixa competitiva
A estimativa de desempenho da chapa varia entre 330 mil e 430 mil votos, número que posiciona o MDB em um patamar competitivo na disputa proporcional, com forte influência do interior — marca histórica da legenda no Amazonas.
O desempenho projetado mantém o partido na briga direta por cadeiras na Câmara, ainda que em um cenário mais pulverizado e competitivo em relação a 2022.
A presença de nomes como Arthur Neto agrega densidade política e recall eleitoral, enquanto figuras como Vanda Witoto ampliam o alcance da chapa para segmentos específicos do eleitorado.
Já os atuais deputados federais garantem base consolidada de votos, o que pode ser decisivo para atingir o quociente eleitoral.
Nos bastidores, a avaliação é de que o MDB segue como um dos partidos mais estruturados do Amazonas, mas enfrentará um cenário mais competitivo em 2026, com chapas mais robustas sendo montadas por outras legendas.
A chave para o sucesso da legenda será evitar dispersão interna e maximizar o desempenho dos seus principais puxadores de voto.











