Moradores do bairro Santo Antônio fizeram manifestação pedindo o retorno da gestora ao cargo e definem exoneração como perseguição Por retaliação, a titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Dulce Almeida, exonerou Patrícia Cerquilho, gestora da Escola Municipal General Aristides Barreto, localizada no bairro Santo Antônio, zona Oeste, após bate-boca envolvendo o vereador Rodrigo Guedes …
???? Por retaliação, Prefeitura de Manaus exonera diretora após confusão em reinauguração de escola

Moradores do bairro Santo Antônio fizeram manifestação pedindo o retorno da gestora ao cargo e definem exoneração como perseguição
Por retaliação, a titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Dulce Almeida, exonerou Patrícia Cerquilho, gestora da Escola Municipal General Aristides Barreto, localizada no bairro Santo Antônio, zona Oeste, após bate-boca envolvendo o vereador Rodrigo Guedes (Podemos) e a secretária no dia da reinauguração da escola, ocorrido em abril deste ano.
Munidos com cartazes: “Queremos nossa gestora de volta”,“perseguição não”, “Deixe nossa escola em paz”, pais e alunos foram para a frente da escola cobrar da secretaria o retorno da gestora à unidade de ensino, na manhã desta sexta-feira, 19.
De acordo com os professores, a secretária estaria “perseguindo” a comunidade após o episódio.
“Nós não sabemos nem recebemos o comunicado que ela teria sido exonerada. Não foi nem transferida, agora por quê, se não tem nem 23 dias que nossa escola foi reinaugurada?”, questionou uma moradora.
“No dia 26 de abril, no momento que eu estava fazendo meus agradecimentos em nome da comunidade, eu fui interrompida de forma inesperada pela representante da Semed. Não deixaram a comunidade se manifestar e agora a perseguição contra nossa escola continua. A nossa gestora não teve tempo nem de começar um trabalho. O que a nossa comunidade quer dizer para a Semed é que é perseguição”, comentou a professora Fátima Souza.
Para a moradora Débora Tavares, a gestora estava fazendo um ótimo trabalho, além de ter um bom relacionamento com a comunidade. “Queremos saber o que a Semed tem contra a nossa comunidade. Quer a nossa escola para fazer prédio? Departamento? Escritório? Quer tirar da comunidade uma escola que é premiada. Isso é um absurdo”, criticou.
O episódio envolvendo a secretária da Semed e o vereador Rodrigo Guedes aconteceu após a secretária interromper de forma grosseira a fala de uma professora que elogiava Guedes e afirmar que nunca recebeu nenhum pedido de reforma da unidade de ensino.
No entanto, a escola citada só foi reformada após dois anos parada por conta de uma ação do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) solicitado por Guedes que determinou ao município a reforma imediata.
O Foco solicitou uma nota à Semed, mas até o momento não obteve resposta.











