Vereadores terão prazo de cinco dias úteis para apresentar emendas ao texto
Projeto do orçamento de Manaus de 2027 avança na Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou, durante a Sessão Plenária desta segunda-feira (8), em primeira discussão, o Projeto de Lei 486/2026, de autoria do Executivo Municipal, que dispõe sobre as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2027. A votação ocorreu no Plenário Adriano Jorge e marcou mais uma etapa na tramitação da proposta que orientará a elaboração do orçamento do município para o próximo ano.
A matéria estabelece as prioridades da administração municipal, metas fiscais, riscos fiscais, diretrizes para elaboração e execução do orçamento, despesas com pessoal, dívida pública, alterações na legislação tributária e demais disposições relacionadas ao planejamento financeiro da Prefeitura de Manaus.
Durante a discussão da proposta, o vereador Gilmar Nascimento (Avante) destacou o trabalho técnico realizado para a construção do projeto e a participação popular no processo.
“A LDO é feita em um esforço das equipes técnicas que compõem a Prefeitura Municipal de Manaus, de uma forma que consigam fazer um planejamento orçamentário com responsabilidade fiscal, buscando a eficiência dos gastos públicos e a transparência. Também houve a preocupação de buscar a opinião da população através de consulta pública on-line”, disse o vereador.
O vereador Raulzinho (MDB) ressaltou a importância do planejamento para o desenvolvimento da cidade e o papel do Legislativo na análise da proposta.
“Tudo que está sendo colocado na LDO trata sobre o futuro da cidade. Pessoas que sabem fazer esse planejamento trabalharam para que a Prefeitura pudesse mandar esse projeto para cá. A Câmara tem um papel importante para que o município avance”, afirmou.
Com a aprovação em primeira discussão, os vereadores terão prazo de cinco dias úteis para apresentação de emendas ao texto. Além disso, uma Audiência Pública para debater a proposta está marcada para a próxima segunda-feira (15). Após essa etapa, o projeto retornará ao plenário para segunda discussão e, caso seja aprovado, seguirá para sanção do prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante).











