Rozenha desponta como favorito à presidência da Aleam caso Omar vença o governo

Alinhamento com o senador e participação na campanha fortalecem o deputado na disputa pelo comando da Assembleia em 2027

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Uma eventual vitória de Omar Aziz (PSD) ao Governo do Amazonas poderá abrir caminho para o deputado estadual Rozenha, do mesmo partido, disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) em posição de destaque. Na leitura desse cenário, a proximidade política com o senador e sua atuação na campanha o colocam como possível favorito nas articulações pela próxima Mesa Diretora.

O nome de Rozenha já aparece entre os cotados para comandar o Legislativo. A BandNews Difusora identificou o parlamentar, Wilker Barreto (PSD) e Thiago Abrahim (MDB) entre os nomes mencionados nas conversas sobre a sucessão. O resultado da eleição para governador é apontado como fator decisivo para o avanço dessas negociações.

Segundo a coluna de Gerson Severo Dantas, da Rede Onda Digital, Rozenha participa das movimentações pela presidência e tem como ativo político a organização de eventos em apoio a Omar, incluindo uma reunião no bairro da Betânia, em Manaus. Seus assessores, entretanto, afirmam que a prioridade neste momento é eleger o senador.

Essa atuação permite projetar que, em caso de vitória de Omar, Rozenha poderá transformar o espaço conquistado na campanha em força para buscar o comando da Assembleia. Trata-se de uma avaliação política: as informações disponíveis não confirmam uma indicação formal do candidato ao governo nem uma maioria parlamentar previamente acertada.

O caminho, porém, envolve concorrentes. Wilker Barreto também é citado entre os possíveis postulantes do PSD, enquanto Thiago Abrahim aparece nas conversas dentro do campo aliado. A existência de outros nomes exige negociação para a construção de uma candidatura capaz de reunir apoio entre diferentes bancadas.

Assim, uma vitória de Omar poderá colocar Rozenha em posição privilegiada na sucessão da Aleam. O favoritismo projetado dependerá de sua capacidade de converter proximidade política e participação na campanha em votos dos deputados que escolherão o próximo presidente da Casa.

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