Em declaração ao jornal A Crítica, no programa SIM & NÃO, o governador do Amazonas, Wilson Lima, adotou um tom firme, direto, sem rodeios, passe curto, objetivo, como quem joga olhando para frente ao afirmar que não interfere em operações policiais, especialmente aquelas voltadas ao combate ao crime organizado, incluindo ações contra o Comando Vermelho. …
Wilson Lima reforça autonomia das forças de segurança e diz que não interfere em operações contra o crime organizado

Em declaração ao jornal A Crítica, no programa SIM & NÃO, o governador do Amazonas, Wilson Lima, adotou um tom firme, direto, sem rodeios, passe curto, objetivo, como quem joga olhando para frente ao afirmar que não interfere em operações policiais, especialmente aquelas voltadas ao combate ao crime organizado, incluindo ações contra o Comando Vermelho.
A fala do governador ocorre em um momento de forte tensão no cenário político e de intensificação das ações das forças de segurança no estado. Segundo Wilson, o trabalho das polícias deve ocorrer com autonomia técnica, responsabilidade institucional e respaldo legal, sem qualquer tipo de ingerência política.
“O papel do governador é garantir estrutura, investimento e condições de trabalho. Quem conduz operação é a polícia”, reforçou.
A declaração ecoa como um gesto de respeito à independência das instituições e ao fortalecimento do combate ao crime organizado no Amazonas. Nos últimos anos, o governo estadual ampliou investimentos em tecnologia, inteligência e aparelhamento das forças de segurança, estratégia que, segundo o próprio governador, tem sido fundamental para enfrentar facções criminosas que tentam expandir influência na região Norte.
Ao destacar que não interfere em operações “principalmente aquelas que combatem o Comando Vermelho”, Wilson Lima sinaliza alinhamento com a legalidade e com a autonomia das forças policiais, postura que busca afastar qualquer suspeita de interferência política em investigações sensíveis.
No tabuleiro político, a declaração também tem peso simbólico. Em meio a debates, críticas e especulações, o governador escolheu o caminho da institucionalidade: reforçar que segurança pública se faz com técnica, não com pressão.
E assim, no compasso firme da governabilidade, Wilson Lima deixa claro que o combate ao crime organizado, para ele, não é discurso, é política de Estado.











