Candidato assume compromisso público com o modelo econômico do Amazonas e coloca sua preservação em destaque no confronto presidencial
“Zona Franca é intocável”, afirma Flávio Bolsonaro no debate da Globo

A Zona Franca de Manaus ganhou espaço no debate presidencial da Rede Globo com uma declaração direta de Flávio Bolsonaro: “A Zona Franca é intocável”. A afirmação, conforme o trecho informado ao Foco no Fato, representa um compromisso público com a preservação do modelo econômico que sustenta a atividade industrial do Amazonas.
Ao abordar o tema em rede nacional, Flávio dirigiu uma mensagem de interesse imediato para trabalhadores, empresários e famílias amazonenses: a manutenção da Zona Franca deve integrar os compromissos de um eventual governo.
Durante a discussão sobre a Região Norte, o candidato também defendeu a expansão do modelo e a atração de empresas de tecnologia para Manaus, segundo a cobertura do debate. A proposta associa a preservação da estrutura existente à busca por novos investimentos.
A expressão “intocável” estabelece uma posição política enfática sobre um tema decisivo para o estado. Para o Amazonas, discutir a Zona Franca significa tratar de empregos, produção industrial, investimentos e das condições que permitem às empresas operar na região.
Nesse contexto, a declaração pode ser interpretada como um sinal de segurança aos setores que dependem do modelo. Sua importância está também no ambiente em que foi apresentada: um debate presidencial, com exposição nacional e possibilidade de cobrança pública posterior.
O compromisso anunciado, entretanto, terá sua consistência medida pelas decisões de um eventual governo. Preservar a Zona Franca exige que a orientação política seja acompanhada por medidas econômicas e administrativas compatíveis com a competitividade do Polo Industrial de Manaus.
Ao afirmar que a “Zona Franca é intocável”, Flávio estabelece uma referência objetiva para essa cobrança. Para o eleitor amazonense, a frase transforma a defesa do modelo em um compromisso explícito de campanha.










