???? Chico Preto tenta uma candidatura avulsa, mas não há previsibilidade legal para sustentá-la

Mesmo reconhecendo que juridicamente é inviável, ex-vereador vai tentar o registro até o prazo final previsto para o dia 15 de agosto Reconhecendo que o registro de sua candidatura para disputar o Senado Federal pelo Amazonas é “complicada”, o ex-vereador Chico Preto (Avante) vai insistir na possibilidade de uma candidatura avulsa até o prazo final …

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Mesmo reconhecendo que juridicamente é inviável, ex-vereador vai tentar o registro até o prazo final previsto para o dia 15 de agosto

Reconhecendo que o registro de sua candidatura para disputar o Senado Federal pelo Amazonas é “complicada”, o ex-vereador Chico Preto (Avante) vai insistir na possibilidade de uma candidatura avulsa até o prazo final para registro na Justiça Eleitoral que é no dia 15 de agosto. A informação foi confirmada pelo próprio Chico durante live feita, na noite dessa segunda-feira, (8).

“Insistirei na possibilidade de uma candidatura avulsa ao Senado da República. O Avante não reconheceu o Menezes como o seu candidato ao Senado. Deixou em aberto. E é por essa possibilidade que vamos brigar”, destacou.

No entanto, as regras para a escolha e o registro de candidatos, de acordo com a Resolução TSE nº 23.609/2019, com as alterações promovidas pela Resolução TSE nº 23.675/2021, aprovada pelo Plenário da Corte em dezembro do ano passado, destaca que as coligações terão denominação própria e todas as prerrogativas e obrigações de um partido político no tocante ao processo eleitoral, funcionando como uma só agremiação, sendo válidas para os pleitos majoritários: presidente da República, governador de estado e senador.

Apesar de reconhecer que do ponto de vista jurídico o registro de uma candidatura do tipo é complicado, ele vai tentar até o prazo final. De acordo com Chico, a negociação para viabilizar a candidatura dele com o apoio do governador foi travada por conta da coligação que tem como coronel Menezes como o candidato oficial ao senado pelo Partido Liberal (PL), que concorrerá com o apoio do governador Wilson Lima.

A coligação que apoia a chapa majoritária de Wilson Lima é formada pelo União Brasil, PMN, Patriota, PTB, Republicanos, Avante, PSC, PL, PRTB e Progressistas.

Em maio desse ano, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos coligados para concorrer ao governo do estado não podem fazer outra aliança para o cargo de senador.

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