De gestor a pré-candidato: legado de entregas credencia Marcellus Campêlo para a disputa pela Aleam em 2026

Ex-comandante da Sedurb e UGPE transforma experiência administrativa em seu principal cartão de visitas eleitoral

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Em uma eleição na qual muitos pré-candidatos precisarão convencer o eleitor sobre aquilo que pretendem fazer, Marcellus Campêlo chega à disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) apostando no caminho inverso: mostrar aquilo que já entregou.

O card divulgado pelo pré-candidato apresenta um balanço de sua passagem pelo comando da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE). São números que, segundo a publicação, incluem mais de 400 obras realizadas, 31.184 famílias atendidas com casa própria e regularização fundiária, mais de 3 mil famílias reassentadas de áreas de risco e ações de pavimentação em 44 municípios.

A trajetória administrativa de Campêlo esteve diretamente ligada a alguns dos principais programas de infraestrutura e desenvolvimento urbano do Governo do Amazonas, como Amazonas Meu Lar, Prosamin+, Prosai, Asfalta Amazonas e Ilumina+. Dados oficiais da Sedurb confirmam a amplitude dessas políticas, especialmente nas áreas de habitação, saneamento, urbanização e infraestrutura.

Do concreto para as urnas

Esse conjunto de entregas começa agora a ganhar peso político.

Campêlo deixou a gestão pública carregando uma característica que pode diferenciá-lo na campanha de 2026: um portfólio de obras espalhado por Manaus e pelo interior, permitindo que sua pré-candidatura seja apresentada a partir de resultados concretos.

Levantamento publicado em junho já apontava justamente esse movimento, destacando que o ex-secretário entra na corrida pela Aleam tendo como principal ativo político um legado superior a 400 obras, envolvendo habitação, saneamento, mobilidade e infraestrutura.

Outro ponto relevante está na capilaridade das ações. O programa Ilumina+, por exemplo, alcançou todos os 61 municípios do interior, além de centenas de comunidades rurais, ribeirinhas e indígenas. Já programas habitacionais e de saneamento ampliaram a presença da gestão em diferentes regiões do estado.

Habitação e saneamento viram vitrines

Entre os maiores ativos administrativos de Marcellus estão justamente duas áreas que atingem diretamente a população: moradia e saneamento básico.

No Prosamin+, milhares de famílias que viviam em áreas vulneráveis receberam soluções habitacionais. Em Parintins, o Prosai levou adiante um amplo projeto envolvendo abastecimento de água, saneamento, habitação e urbanização.

É nesse histórico que Campêlo tenta construir sua identidade eleitoral.

Em vez de iniciar sua caminhada política apenas com promessas, o pré-candidato coloca sobre a mesa obras, programas executados e resultados administrativos. A estratégia é transformar o reconhecimento conquistado como gestor em confiança eleitoral.

Com a corrida pela Aleam ganhando corpo, Marcellus Campêlo surge como um dos nomes da renovação que chegam às urnas respaldados por experiência executiva. E seu discurso para 2026 parece definido: antes de pedir ao eleitor confiança no que pretende fazer, mostrar o que já fez.

No caso de Marcellus, o currículo administrativo começa a se transformar em capital político e as mais de 400 obras aparecem como seu principal cartão de visitas para chegar à Assembleia Legislativa.

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