Nesta 100ª coluna do Fredoso, é impossível fugir de um tema espinhoso, mas necessário. Uma reflexão para todos nós que, como eu, nos definimos como de DIREITA. Pergunto: a direita brasileira virou monopólio de alguém? Desde 2017, estou mergulhado de forma incisiva, intensa e comprometida nesse movimento, caminhando ao lado de Bolsonaro, primeiro na pré-campanha …
???? Coluna 100 de Fred Melo | A direita tem líder, mas não tem dono! A vontade popular é soberana

Nesta 100ª coluna do Fredoso, é impossível fugir de um tema espinhoso, mas necessário. Uma reflexão para todos nós que, como eu, nos definimos como de DIREITA. Pergunto: a direita brasileira virou monopólio de alguém?
Desde 2017, estou mergulhado de forma incisiva, intensa e comprometida nesse movimento, caminhando ao lado de Bolsonaro, primeiro na pré-campanha e depois na sua vitória retumbante e redentora. A política deixou de ser algo distante para se tornar uma questão indissociável da minha vida.
Acompanhado do meu irmão de fé, Coronel Menezes, estivemos juntos inúmeras vezes com o então presidente, debatendo questões fundamentais. Em certo ponto, lembro de ter despertado a fúria do “mito” quando lhe disse, em um café no Palácio da Alvorada, que as pesquisas eleitorais estavam corretas e que a reeleição seria uma batalha hercúlea. Fui esculhambado — no bom sentido, claro — mas a história provou quem estava com a razão.
Mas será que estar do lado certo da história significa submissão a uma legenda? Ultimamente, essa narrativa de que quem não está no PL não é de direita ganhou força. Desde quando? Quem decidiu isso? A direita brasileira, com todas suas nuances, se reduz a um único partido? Se isso fosse verdade, figuras como Tarcísio de Freitas, Caiado, Zema e tantos outros deixariam de ser de direita simplesmente por não fazerem parte do PL. Um verdadeiro absurdo!
E aqui um lembrete que parece sempre conveniente esquecer: o todo-poderoso presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foi um aliado de Lula e, por que não lembrar, esteve preso por envolvimento no escândalo do Mensalão. No Amazonas, o presidente regional do PL, Alfredo Nascimento, ocupou cargos importantes nos governos de Lula e Dilma. E o candidato a prefeito de Manaus pelo partido? Alberto Neto, outrora aliado de Omar Aziz. Ou seja, o que há no PL de tão puro e intocável?
A direita, meus caros, não é uma camisa de força partidária. Não se trata de idolatrar um nome, um símbolo ou uma legenda. A verdadeira direita é um sentimento, uma postura: é defender a família, a liberdade de opinião e de economia, amar o país, e acreditar em Deus — mesmo eu sendo ateu! Mas o que definitivamente não sou é fanático. Se ser de direita significa abdicar da capacidade de discernir, de criticar e pensar por si mesmo, então estou fora. Não sou extremista e não faço parte de seitas ideológicas.
Agora a campanha está de fato começando. Manaus precisa acordar. Não caia no conto de vigário de quem acredita ter o monopólio da verdade ou da direita. Nossa cidade merece mais, e o povo é quem tem a palavra final.
A direita tem líder, mas o dono é o POVO! #DicaDoFredoso
Que phase!











