Diante da recorrência de roubos a embarcações cometidos pelos chamados “piratas dos rios” na Amazônia, empresas que atuam na região têm investido em escolta armada, câmeras de monitoramento e até em sistemas de segurança que se utilizam da Starlink, serviço de internet da SpaceX, do bilionário americano Elon Musk, para tentar evitar ataques. Levantamento do …
???? Contra piratas da Amazônia, empresas usam escolta armada e até internet de Elon Musk

Diante da recorrência de roubos a embarcações cometidos pelos chamados “piratas dos rios” na Amazônia, empresas que atuam na região têm investido em escolta armada, câmeras de monitoramento e até em sistemas de segurança que se utilizam da Starlink, serviço de internet da SpaceX, do bilionário americano Elon Musk, para tentar evitar ataques.
Levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL) indica que a atuação das quadrilhas de piratas dos rios, focadas em saquear mercadorias, causa prejuízo anual de cerca de R$ 100 milhões nas atividades de transporte de cargas pelo Rio Amazonas. Sem contar a insegurança levada à população.
Para combater esse problema, Estados como Amazonas e Pará também têm buscado novas soluções. O principal foco neste momento é em ampliar a quantidade de bases fluviais para auxiliar no patrulhamento nas vias hídricas. Em geral, são estruturas que funcionam 24 horas por dia e dispõem até de lanchas blindadas para auxiliar em eventuais confrontos com os criminosos.











