O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou, nesta terça-feira (30), abertura do processo de licitação para asfaltar 20 quilômetros da BR-319. As obras de reconstrução serão feitas no lote C da rodovia, que compreende o trecho entre o km 198 e o km 218. Criada há 47 anos, a rodovia é a principal …
???? DNIT abre licitação para contratação de empresa para asfaltar trecho da BR-319

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou, nesta terça-feira (30), abertura do processo de licitação para asfaltar 20 quilômetros da BR-319. As obras de reconstrução serão feitas no lote C da rodovia, que compreende o trecho entre o km 198 e o km 218.
Criada há 47 anos, a rodovia é a principal ligação terrestre do estado com o restante do país, e sofre com obras inacabadas e atoleiros há mais de 30 anos. Atualmente, somente os trechos próximos às capitais Porto Velho e Manaus são asfaltados.
Segundo o documento, publicado no Diário Oficial da União, a entrega das propostas começa nessa terça (30) e a abertura dos envelopes ocorre no dia 7 de junho.
Devido ao tamanho da BR-319, que possui 885,9 quilômetros de extensão e liga o Amazonas a Rondônia, os contratos e licitações para obras são celebrados de acordo com o trecho da rodovia.
Atualmente, os trechos que mais apresentam problemas são o chamado trecho do meio, com 405 km de extensão, e o Lote C, que compreende 52 quilômetros da rodovia.
Agora, com a nova abertura do processo de licitação, o DNIT prevê o asfaltamento de 20 km da rodovia. A previsão é que as obras comecem no mês de agosto. Com o anúncio da abertura do processo de licitação, o edital ficou disponível para consulta na manhã desta terça-feira (30), no Diário Oficial da União.
A BR-319 corta o território do Amazonas, fazendo a ligação terrestre entre o estado e Roraima, de um lado, e com Rondônia, de outro, e com outros estados do país por outros trechos. Ao longo da rodovia federal, o motorista encontra rios, pontes e muito barro.
Inaugurada em 1976, a BR-319 é conhecida pelas péssimas condições. Tem mais de 800 quilômetros de extensão, porém somente os segmentos localizados próximos às capitais estão asfaltados. Há trechos não pavimentados que causam prejuízos a quem necessita trafegar pela estrada. As alternativas à rodovia são o transporte aéreo ou por barco, em uma viagem que dura quase uma semana.
A rodovia possui trechos danificados e não tem pavimentação em quase toda a sua extensão, o que provoca atoleiros “gigantes” no período chuvoso. Já no período de estiagem, os motoristas reclamam de outros problemas: buracos e poeira. Há anos, a rodovia é alvo de debates entre setores que reivindicam a pavimentação e ambientalistas.
Com informações do site G1 Amazonas











