???? PIB registra alta de 0,4% no 3º trimestre com ajuda de serviços e indústria

A economia brasileira registrou crescimento de 0,4% no terceiro trimestre de 2022 em comparação com o período imediatamente anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (1º). O resultado do trimestre é o quinto positivo seguido após o recuo de 0,3% de abril a junho do ano passado. Em relação ao terceiro trimestre …

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A economia brasileira registrou crescimento de 0,4% no terceiro trimestre de 2022 em comparação com o período imediatamente anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (1º). O resultado do trimestre é o quinto positivo seguido após o recuo de 0,3% de abril a junho do ano passado.

Em relação ao terceiro trimestre de 2021, a alta foi de 3,6%. Com esse resultado, o PIB (Produto Interno Bruto) chega ao maior patamar da série histórica, iniciada em 1996, e fica 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado no quarto trimestre de 2019.

O resultado veio um pouco abaixo da mediana das expectativas do mercado, que apontava para uma alta de 0,7% na comparação mensal e de 3,7%, na anual, segundo pesquisa da Reuters.

Em valores correntes, o PIB, soma dos bens e serviços finais produzidos no país, totalizou R$ 2,544 trilhões no terceiro trimestre.

No terceiro trimestre, a variação positiva foi influenciada pelos resultados dos serviços (1,1%) e da indústria (0,8%), enquanto a Agropecuária recuou 0,9%, diz o IBGE em nota.

Serviços

Responsável por cerca de 70% da economia, o setor de serviços teve como destaques informação e comunicação (3,6%), com a alta dos serviços de desenvolvimento de software e internet, atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%) e atividades imobiliárias (1,4%).

O segmento Outras atividades de serviços (1,4%), que representa cerca de 23% do total de serviços e inclui, por exemplo, alojamento e alimentação, também cresceu, diz o IBGE.

“As outras atividades de serviços já vêm se recuperando há algum tempo, com a retomada de serviços presenciais que tinham demanda represada durante a pandemia”, explica a coordenadora de contas nacionais do IBGE, Rebeca Palis, em nota.

Fonte: CNN Brasil

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