O vereador de Manaus Rodrigo Guedes (Podemos) fez uma representação ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) para que sejam investigadas supostas irregularidades no uso de patrimônio público no Festival Folclórico do CSU do Parque 10. No último final de semana, Guedes denunciou a destruição das muretas e grades para a construção de um …
???? Vereador apresenta denúncia ao MP-AM contra irregularidades no uso do espaço do CSU do Parque 10

O vereador de Manaus Rodrigo Guedes (Podemos) fez uma representação ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) para que sejam investigadas supostas irregularidades no uso de patrimônio público no Festival Folclórico do CSU do Parque 10.
No último final de semana, Guedes denunciou a destruição das muretas e grades para a construção de um estacionamento rotativo privado dentro do CSU, além da falta de licitação para a comercialização de alimentos, venda das barracas bebidas e brinquedos no local, tendo em vista que os comerciantes precisam desembolsar R$ 2,2 mil pelo aluguel de uma barraca e R$ 1,5 mil por carrinho de venda ambulante.
A representação de Guedes aponta que, em 2022, os responsáveis pela organização do evento celebraram um contrato com a Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) no valor de R$ 1.008.900,00, para atender o 42º Festival Folclórico do CSU do Parque 10.
Contudo, o responsável pela empresa teria cobrado e recebido pagamentos dos aluguéis de barracas da feira do CAU. Na representação, há dados de que um servidor comissionado ligado ao gabinete do vereador Gilmar Nascimento estaria envolvido nas negociações.
“O pagamento pelos aluguéis de barracas, chamados de cessão de espaço, são pagos em conta pessoal, via transferência bancária PIX no número de seu CPF, desatrelando a atividade empresarial e de gestão do festival folclórico”, explica o vereador.
“Estão privatizando um patrimônio público de forma ilegal. Várias pessoas estão se apoderando do CSU do Parque 10 para receber lucros milionários, explorando de todas as formas o espaço público. Exijo providências sobre essa situação, a população não pode ser usada para que o grupo possa enriquecer”, declarou.











