Seca na região é a maior em 121 anos Há mais de dois meses, o Amazonas sofre com a maior seca em 121 anos e com um recorde de queimadas. O transporte fluvial foi interrompido, houve falta de alimentos e remédios e frequentes nuvens de fumaça em Manaus. Em entrevista ao jornal O Estado de …
????Amazonas tem recorde de queimadas

Seca na região é a maior em 121 anos
Há mais de dois meses, o Amazonas sofre com a maior seca em 121 anos e com um recorde de queimadas. O transporte fluvial foi interrompido, houve falta de alimentos e remédios e frequentes nuvens de fumaça em Manaus.
Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), admitiu que sua estrutura é insuficiente combate ao fogo. “Obviamente a gente tem de se planejar melhor, ter estruturas melhores”, disse Rodrigo Agostinho, presidente do órgão.
Em outubro a Oeste noticiou que o Rio Negro atingiu o mais baixo nível já registrado em Manaus.
A seca histórica acontece dois anos depois do Rio Negro ter registrado sua maior cheia, em 2021, quando a marca de 30,02 metros foi atingida em Manaus.
Governo pretende pedir verba
O governo federal pretende pedir verba do Fundo Amazônia para reforçar o combate ao. No entanto, o envio do projeto de reforço orçamentário está previsto para o fim do ano, cuja liberação do dinheiro depende ainda dos trâmites do Fundo Amazônia.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, há crédito pré-aprovado pelo Fundo Amazônia de R$ 35 milhões para a prevenção e para o combate aos incêndios pelo Corpo de Bombeiros.
As secas e queimadas estão fazendo com que famílias ribeirinhas sofram para receber comida. “Temos problema de navegabilidade para chegar produto às famílias ribeirinhas e para o abastecimento das cidades”, relatou o prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa. “O rio secou, há uma mortandade de peixe nunca vista.
O prefeito também disse que os gados não estão se alimentando por causa das queimadas no campo. Em vários municípios os poços de água também estão comprometidos.
Fonte: Revista Oeste











