????Desenrola para MEIs começa a valer; entenda o que é e como participar

Empreendedores à frente de micro e pequenas empresas podem negociar dívidas com instituições financeiras por meio do Desenrola Pequenos Negócios. O governo federal lançou oficialmente o programa na segunda-feira (13). MEIs (microempreendedores individuais), microempresas e empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões podem participar do programa. Apenas dívidas com instituições …

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Empreendedores à frente de micro e pequenas empresas podem negociar dívidas com instituições financeiras por meio do Desenrola Pequenos Negócios. O governo federal lançou oficialmente o programa na segunda-feira (13).

MEIs (microempreendedores individuais), microempresas e empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões podem participar do programa. Apenas dívidas com instituições financeiras poderão ser negociadas, sem restrição ao tempo de atraso e a valores.

“Os bancos já começam a operar o Desenrola Pequenos Negócios, com descontos expressivos, que variam de 40% a 90%. Isso vai permitir que empreendedores voltem a ter crédito para investir, gerando emprego e renda”, disse o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB-SP), no lançamento do programa.

São admissíveis à renegociação pagamentos atrasados há mais de 90 dias, contados a partir do dia 22 de abril, data em que o governo federal lançou o programa Acredita, do qual o Desenrola Pequenos Negócios faz parte.

O prazo para renegociação das dívidas com instituições financeiras pelo programa vai até 31 de dezembro de 2024. Até lá, cerca de 6,3 milhões de micro e pequenas empresas poderão ajustar suas operações.

O número de micro e pequenas empresas com algum tipo de dívida faz parte do levantamento da Serasa Experian com dados de março deste ano. Micro e pequenas empresas do segmento de serviços apresentam a maior taxa de endividamento, com 54,2% do total dos devedores, seguido por comércio, com 37,8%, e indústria, com 7,7%.

As micro e pequenas paulistas somam mais de 2 milhões dos inadimplentes, acompanhadas por Minas Gerais com cerca de 592 mil e Rio de Janeiro com 559 mil.

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