????Eletrobras estuda meios para receber dívida bilionária da Amazonas Energia

Privatizada em 2018, a Amazonas Energia tem parte significativa de sua dívida de R$ 9,6 bilhões concentrada na Eletrobras, R$ 3,6 bilhões, que já observa o risco de calote O vice-presidente de regulação e relações institucionais da Eletrobras, Rodrigo Limp, afirmou que a empresa estuda estratégias para receber a dívida bilionária da Amazonas Energia, que …

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Privatizada em 2018, a Amazonas Energia tem parte significativa de sua dívida de R$ 9,6 bilhões concentrada na Eletrobras, R$ 3,6 bilhões, que já observa o risco de calote

O vice-presidente de regulação e relações institucionais da Eletrobras, Rodrigo Limp, afirmou que a empresa estuda estratégias para receber a dívida bilionária da Amazonas Energia, que permanece em situação de inadimplência desde outubro de 2023, após a recomendação de caducidade da concessão pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Uma parte significativa de sua dívida de R$ 9,6 bilhões está concentrada na Eletrobras (R$ 3,6 bilhões), que já observa o risco de calote. A Eletrobras diz que cobra da Amazonas, junto às autoridades do setor elétrico, o pagamento das obrigações.

“Desde maio de 2022, a empresa vinha se mantendo adimplente em relação às despesas correntes. Após a confirmação de recomendação de caducidade pela Aneel, em outubro, houve uma deterioração grande na distribuidora, o que resultou em inadimplência nas despesas correntes”, disse Limp.

Segundo ele, a empresa conseguiu decisões importantes, como a de receber a maior parte das despesas correntes por meio da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), um fundo setorial bancado pelos consumidores na conta de luz.

A empresa tem atuado para que outros créditos da Amazonas sejam repassados diretamente à Eletrobras. Até julho de 2023, a empresa buscou negociações com a Aneel, apresentando diversos pedidos de prorrogação para análise de investidores. Nesse processo, até oito interessados participaram das negociações.

“Temos atuado com a Aneel e o Ministério das Minas e Energia para construir um grupo de trabalho que publicou um relatório com alternativas. Todas partem da premissa da troca do concessionário do controlador [o grupo Oliveira Energia]”, afirmou.

Com informações do jornal Valor Ecônomico

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