A capital amazonense amanheceu coberta por fumaça nesta quarta-feira (20). A fumaça foi confundida por muitos amazonenses como sinal de neblina, mas na verdade as pessoas já relatam problemas respiratórios por conta da grande nuvem de fumaça em toda cidade. Veja o vídeo: O Instituto Nacional de Metereologia, INMET, emitiu um alerta dizendo que em …
????Manaus amanhece coberta por fumaça novamente e população fica exposta a problemas respiratórios

A capital amazonense amanheceu coberta por fumaça nesta quarta-feira (20). A fumaça foi confundida por muitos amazonenses como sinal de neblina, mas na verdade as pessoas já relatam problemas respiratórios por conta da grande nuvem de fumaça em toda cidade.
Veja o vídeo:
O Instituto Nacional de Metereologia, INMET, emitiu um alerta dizendo que em Manaus a qualidade do ar é ruim para respirar e está quase chegando ao nível de insalubridade.
O órgão recomenda que a população use máscaras faciais e purificadores de ar devido ao alto risco respiratório.
Segundo o Diretor da Faculdade de Medicina da UFAM, Pneumologista Edson Andrade, as crianças e idosos serão os maiores prejudicados com a fumaça. “As crianças irão sofrer muito, os pais precisam manter as crianças em casa por conta da baixa umidade do ar nunca visto antes na nossa cidade e isso vai resultar em pessoas sofrendo nos prontos-socorros. O ideal é tomar bastante líquido, evitar exposição e se resguardar da melhor maneira possível. Essa fumaça é um problema de saúde pública”, afirmou o médico.
A fumaça é sinal do alto nível de desmatamento e queimadas em municípios do interior do estado e também na região da Floresta Amazônica. As crianças e idosos são os mais prejudicados e isso pode acarretar em diversos problemas de saúde.
O primeiro trimestre do governo do presidente Luiz Inácio Lula (PT) foi marcado por crescimento no desmatamento do Cerrado e na Amazônia, segundo dados Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com o levantamento, entre janeiro e março, a destruição do Cerrado foi recorde, chegando a quase 1,4 mil quilômetros quadrados.
Já no bioma amazônico, a destruição foi a segunda maior da série histórica: aproximadamente 850 quilômetros quadrados. A área desmatada em ambos os biomas em 2023 é equivalente a duas cidades do Rio de Janeiro (1,2 mil quilômetros quadrados).











