Três pesquisas eleitorais realizadas este ano estão paradas há pelo menos 20 dias na Justiça Eleitoral Três pesquisas eleitorais realizadas este ano para a Prefeitura de Manaus estão há pelo menos 20 dias tramitando na Justiça Eleitoral. A informação é do Real Time1. As sentenças ainda estão sendo aguardadas pelos partidos que entraram com pedido …
????Partidos aguardam resposta da Justiça Eleitoral sobre pesquisas suspensas

Três pesquisas eleitorais realizadas este ano estão paradas há pelo menos 20 dias na Justiça Eleitoral
Três pesquisas eleitorais realizadas este ano para a Prefeitura de Manaus estão há pelo menos 20 dias tramitando na Justiça Eleitoral. A informação é do Real Time1. As sentenças ainda estão sendo aguardadas pelos partidos que entraram com pedido sobre os dados apresentados.
O processo que está há mais tempo em tramitação refere-se à pesquisa InnQuesti, da empresa LLK Consulting Ltda.
Os dados da InnQuesti foram questionados junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que além de ter pedido – e conseguido – a suspensão da divulgação da pesquisa, arguiu pelo acesso ao banco de dados da empresa.
No entanto, o PMB aguarda desde o dia 20 de março uma resposta da Justiça sobre o acesso a estes dados. A LLK apresentou contestação e, para uma nova decisão do juiz, precisa que o Ministério Público Eleitoral apresente um parecer, o que ainda não ocorreu segundo a tramitação que consta no site do TRE-AM.
O Avante já ingressou na Justiça Eleitoral duas vezes este ano. Um dos pedidos refere-se à impugnação da Pesquisa Listening.
A empresa, segundo consta no TRE-AM, foi intimada a prestar esclarecimentos no último dia 1º de abril, o que deve prolongar ainda mais a decisão final sobre a impugnação ou não da pesquisa, que foi divulgada há 25 dias e está suspensa até a decisão do juízo eleitoral, sob pena de multa de R$ 5 mil/dia.
Outra pesquisa que foi alvo do Avante foi a realizada pela Pontual Pesquisas. O partido conseguiu na Justiça Eleitoral a garantia do acesso aos dados da empresa, que desrepeitou a decisão judicial.
No dia 1º de abril, o juiz eleitoral Rafael Raposo deu novamente um prazo de 48 horas para que a Pontual entregue o banco de dados, sob pena de multa diária de R$ 3 mil. No entanto, a empresa ainda não foi notificada para que o prazo passe a contar.











