????Polícia apreende 200 kg de maconha na fazenda do governador de Roraima

Durante uma operação, a PC prendeu um suspeito que supostamente estava no local Dois dias depois de ter o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), mais uma polêmica envolvendo o nome do governador de Roraima Antônio Denarium (PP) voltou a ser notícia no estado. Na terça-feira (24), a Polícia Civil de Roraima …

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Durante uma operação, a PC prendeu um suspeito que supostamente estava no local

Dois dias depois de ter o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), mais uma polêmica envolvendo o nome do governador de Roraima Antônio Denarium (PP) voltou a ser notícia no estado. Na terça-feira (24), a Polícia Civil de Roraima (PC-RR) apreendeu 200 quilos de maconha em uma de suas fazendas.

A informação foi divulgada pela Rádio 93 FM. Segundo a apuração, durante uma operação, a PC prendeu um suspeito que não teve o nome e a idade divulgados e que supostamente estava na fazenda do governador.

Após seis horas de julgamento, a corte do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) cassou na última segunda-feira (22), o mandato do governador Denarium e do vice Edilson Damião (Republicanos). Por 5 votos a 2, a decisão dos magistrados ocorreu em virtude de abuso de poder econômico. Assim, a corte eleitoral determinou a realização de novas eleições.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral foi instaurada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), encabeçado pelo senador Romero Jucá e pela ex-prefeita Teresa Surita, que enfrentou uma derrota nas eleições de 2022.

O MDB fundamentou a denúncia com uma série de irregularidades no repasse de R$ 70 milhões para municípios que apoiavam o governador Antonio Denarium na reeleição. Esse montante foi autorizado pela Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR).

A desembargadora Tânia Vasconcelos, relatora da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, propôs a cassação do mandato do governador, além de pleitear sua inelegibilidade por oito anos.

Seu parecer foi respaldado pelos votos dos juízes Joana Sarmento, Felipe Bouzada, Renato Albuquerque e Elaine Bianchi, enquanto os juízes Francisco Guimarães e Ataliba Albuquerque se manifestaram de maneira divergente.

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