????Vereador entra com representação no MPAM contra David Almeida por improbidade administrativa

O líder do Cidadania na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador William Alemão (Cidadania), ingressou com uma representação contra o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), segundo o Dia a Dia Notícia. A motivação é para combater mais uma improbidade administrativa da gestão do atual prefeito da …

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O líder do Cidadania na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador William Alemão (Cidadania), ingressou com uma representação contra o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), segundo o Dia a Dia Notícia.

A motivação é para combater mais uma improbidade administrativa da gestão do atual prefeito da cidade, que infringe o princípio da impessoalidade, legalidade e moralidade, o que configura improbidade administrativa. Alemão justifica a representação pelo fato do prefeito usar recursos do município para pintar prédios públicos, praças, carros e caminhões e, assim, imprimir a sua marca pessoal e do partido Avante em Manaus.

Em novembro do ano passado, o vereador ingressou com uma representação com o mesmo teor no Tribunal de Contas do Estado, que está sob relatoria do conselheiro Luis Fabian Pereira Barbosa.

“A prática configura a promoção pessoal e campanha eleitoral precipitada pois, desde o início da gestão, o prefeito vem se empenhando em deixar registrado, às vistas de todos, de forma ampla e irrestrita, sob várias formas a sua marca pessoal. Se você olhar o manual de identidade visual da Prefeitura de Manaus, as cores da Prefeitura agora são laranja, verde esmeralda e roxo, coincidentemente, quase as mesmas cores do partido Avante, que são laranja e verde esmeralda”, explica o vereador.

Prática não é novidade e configura improbidade administrativa

É recorrente na história do Brasil que todo administrador público no cargo de Chefe do Executivo de qualquer esfera, queira deixar uma marca registrada para que seja lembrado. Não raras vezes, esse mecanismo de “lembrança” é feito de forma indevida para se fazer marcado e presente na memória das pessoas, notadamente para beneficiar-se em época eleitoral, com finalidade de manter certa hegemonia política, até mesmo à formação de grupos que buscam se manter no poder, em claro detrimento ao interesse público.

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