Silas Malafaia: Moraes é ‘ditador’ e Tarcísio virou ‘leão’ da anistia

O pastor Silas Malafaia, principal organizador da manifestação bolsonarista deste domingo (7/9) a favor da anistia aos condenados pelos ataques aos Três Poderes, de 8 de janeiro de 2023, atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o chamou de “ditador da toga”. Em seu discurso, proferido em cima do carro …

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O pastor Silas Malafaia, principal organizador da manifestação bolsonarista deste domingo (7/9) a favor da anistia aos condenados pelos ataques aos Três Poderes, de 8 de janeiro de 2023, atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o chamou de “ditador da toga”.

Em seu discurso, proferido em cima do carro de som na Avenida Paulista, em São Paulo, Malafaia afirmou que o magistrado tem cometido “crimes” e “rasgado sucessivamente a Constituição”.

“Há quatro anos, em mais de 50 vídeos, em todas as manifestações eu venho denunciando os crimes do ditador da toga Alexandre de Moraes. A gente tem ideia de que crime é roubar ou matar. Os ministros do STF foram constituídos com a função principal de zelar e fazer cumprir a Constituição”, disse Malafaia.

“Eu tenho mostrado que Alexandre de Moraes tem rasgado sucessivamente a Constituição. Há seis anos, ele comanda um inquérito imoral e ilegal de fake news. Esse inquérito é imoral e ilegal porque não tem a participação do Ministério Público”, prosseguiu o pastor.

Segundo o organizador do ato em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – réu no STF por supostamente ter liderado uma tentativa de golpe de Estado, em 2022 –, Moraes “é, ao mesmo tempo, promotor e juiz” do caso.

“A partir deste inquérito imoral e ilegal, Alexandre de Moraes institui o crime de opinião no Brasil. No Estado Democrático de Direito, crime de opinião! Isso é um absurdo”, acusou Malafaia.

“Ele [Moraes] cerceia redes e censura pessoas. Nós temos brasileiros exilados, que tiveram de sair do Brasil para não ser presos por causa de opinião. Que democracia é esta?”, questionou o pastor.

Fonte: Metrópoles

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