A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou nesta quarta-feira (13) o auxílio financeiro emergencial destinado aos permissionários atingidos pelo incêndio que devastou a Feira do Santo Antônio no dia 3 de dezembro. O texto vai à sanção do prefeito David Almeida (Avante). O auxílio será concedido ao longo de seis meses, com um valor de …
????Vereadores aprovam auxílio financeiro para feirantes afetados por incêndio

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou nesta quarta-feira (13) o auxílio financeiro emergencial destinado aos permissionários atingidos pelo incêndio que devastou a Feira do Santo Antônio no dia 3 de dezembro. O texto vai à sanção do prefeito David Almeida (Avante).
O auxílio será concedido ao longo de seis meses, com um valor de R$ 2 mil a ser pago a partir de dezembro, em data a ser definida pela prefeitura. Ao todo, 22 permissionários serão beneficiados, desde que estejam cadastrados na Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc). O auxílio será transferido diretamente para as contas bancárias dos permissionários.
A votação do Projeto de Lei gerou uma discussão intensa entre os vereadores, destacando a falta de manutenção em outras feiras da capital amazonense e a necessidade de obras para prevenir futuros incidentes.
O vereador William Alemão (Cidadania) iniciou a discussão, apontando o descaso com o dinheiro público, citando a situação estrutural preocupante da Feira Municipal João Sena, no bairro Alvorada, zona centro-oeste.
“Com cabeamento malfeito, subdimensionado, com alto risco de ocorrer o mesmo que aconteceu na Feira do Santo Antônio,” afirmou.
O vereador Rodrigo Guedes (Podemos) relembrou a visita do secretário Municipal de Infraestrutura, Renato Júnior, à Feira do Santo Antônio em 2021, ocasião em que prometeu que a reforma começaria em 45 dias.
“Se esse compromisso fosse cumprido, os permissionários não precisariam estar recebendo esse valor agora. A feira estaria reformada, e os permissionários estariam ganhando seu sustento de forma digna,” disse.
Conforme o portal A Crítica, o líder do prefeito na CMM, vereador Fransuá (Partido Verde), defendeu o poder Executivo, destacando que o projeto de lei visa beneficiar todos aqueles que perderam seus boxes no último incêndio.
O vice-líder do prefeito, vereador Gilmar Nascimento (Avante), concordou com Fransuá, afirmando que no projeto não falta clareza, rebatendo as alegações de falta de transparência levantadas pelo vereador Rodrigo Guedes (Podemos).
“O projeto está claro. Quem foi atingido pelo fogo? Isso é determinado por um processo, levantamento, relatório, fotografia, tudo está lá. A lei não pode ser burocrática, não pode ser inflexível. Diz o fato gerador, quem teve o box prejudicado pelo incêndio. Pronto. De onde vem o recurso? Quanto será pago? Seis parcelas. Qual o valor? Dois mil reais. Se não houver clareza nisso, eu não consigo entender,” explicou.











